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quinta-feira

Cerimônia do Chá e Sen Rikyu - Episódio 1

Cerimônia do Chá e Seu Fundador Episódio 1 15/04/2021 4:51

Olá Meu nome é Iumi e vou falar sobre o Chadô ou Caminho do Chá. Mas eu sei tomar chá para que vou falar sobre Isso?

Sen Rikyu nasceu em 1522 em Sakai no Japão e Ele acreditava que você poderia encontrar o conforto espiritual não com pensamentos complicados e fazendo grandes obras, mas fazendo coisas simples, como por exemplo Tomando Chá. O Chá era apreciado no Japão desde o Século Nove, importado da China. Era considerado Saudável, Calmante e Espiritual.

O Japão da época de Rikyu era voltado para a Imagem e para o Dinheiro. Em oposição a isso, Rikyu valorizou a simplicidade e a austeridade. As pessoas ricas construíam casas elaboradas e organizavam festas grandiosas para tomar Chá.

Rikyu criou pequenas salas de chá de 2 metros quadrados e com a porta de entrada com apenas 60 cm de altura para que mesmo a pessoa mais poderosa do planeta precisasse se abaixar para entrar na sala e demonstrar Humildade. Cada vez que vou à escola de chá observo a porta para me lembrar que quanto mais sei, menos sei.

Rikyu partiu de um ato simples, considerado rotineiro no Ocidente que é o de tomar chá e o imbuiu de uma solenidade e um profundo significado como uma Missa católica. Todos os movimentos da Cerimônia do Chá transmitem a importância da Humildade, o Respeito à Natureza e a importância de compreender a transitoriedade da Existência. Valorizar o Momento Presente, pois o Passado já foi e o Futuro ninguém sabe o que pode acontecer.

Isto nos abre a possiblidade de muitas ações do cotidiano serem transformadas em atos Importantes e Significativos em Nossas Vidas. Agora em tempos de Pandemia, não podemos mais Comemorar e Celebrar, então transforme um Jantar em uma pequena Festa.

Resumindo Rikyu criou 3 ideias

1- O Chá é um Caminho - Toda Grande caminhada começa sempre com o Primeiro Passo. Mesmo que você queira ir de São Paulo ao Rio de Janeiro, precisa dar um primeiro passo. Eu por exemplo preciso fazer a declaração do imposto de renda e estou aqui com uma baita preguiça, mas pensei hoje vou baixar o programa, amanhã vou baixar os informes dos bancos, e assim por diante.

2 – Valorize o Momento Presente. Ganhou um presente? Use, não guarde para uma ocasião especial – todas as ocasiões são especiais. Antes eu ficava economizando perfume. Daí vencia e perdia o aroma. Passei a usar tudo, as pessoas viam que eu gostava de perfume e me davam de presente.

3 – Faça dos momentos simples, ocasiões especiais.

Ontem foi meu aniversário de casamento, mas não podemos ir a restaurantes e fazer viagens, então comprei uma sobremesa especial e comemos à luz de velas.

Hoje, eu e o Su fomos almoçar e pedimos um almoço em um restaurante de um amigo e comemos aqui na empresa mesmo. Mesmo sendo um almoço simples, pedimos uma comida diferente e ficamos conversando, foi muito melhor que cada um comer sozinho.

E você o que fez de especial hoje? Coloque nos comentários.

quarta-feira

Livro Vivência e Sabedoria do Chá





A Cerimônia do Chá basicamente consiste no ato de compartilhar uma tigela de chá, seguindo quatro princípios básicos: Wa (Harmonia) , Kei (Respeito), Sei (Pureza) e Jaku (Tranqüilidade), desenvolvido por Sen Rikyu (1522-1591).

A Harmonia é o resultado da interação do anfitrião e do convidado, da comida servida e dos utensílios usados com os ritmos da natureza, livre de pretensões, percorrendo o caminho da moderação e humildade.

O Respeito é a sinceridade do coração que nos libera para um relacionamento aberto com o nosso ambiente imediato com o ser humano e a natureza, reconhecendo a dignidade inata de cada um.

A Pureza capacita o indivíduo a perceber a essência pura e sagrada das coisas do homem e da natureza.

A Tranqüilidade é adquirida com a prática constante dos três primeiros princípios.

Sumário do Livro Vivência e Sabedoria do Chá


Dominando o caminho

"O que, precisamente, são as mais importantes coisas que precisam ser entendidas numa cerimônia de chá?" Esta pergunta foi feita a Sen Rikyu por um discípulo.

Sua resposta: "Prepare uma deliciosa tigela de chá; disponha o carvão de modo a aquecer a água; arranje as flores tal como elas estão no campo; no verão surgira frescor, no inverno calor; prepare tudo com antecedência; prepare-se para uma eventual chuva; e dê àqueles com quem se encontrar toda consideração."

O discípulo, um tanto desapontado com essa resposta, onde não encontrou nada de importância tão grande que pudesse supor ser um segredo da prática do chá, disse: "Isso tudo eu já sabia..."
Rikyu respondeu: "Então, se você pode conduzir uma cerimônia do chá sem desviar-se de nenhuma das regras que eu acabei de expor, eu me tornarei seu discípulo."


Anfitrião e Convidado

A Cerimônia do Chá completa inicia-se com a chegada do Convidado. Ele deve observar se a água foi espargida nas pedras do caminho que levam à Cabana de Chá. Se as pedras não estiverem molhadas isto quer dizer que o Anfitrião não está pronto. Se o Anfitrião tiver molhado as pedras quer dizer que o Convidado pode entrar. Este sinal é muito bom pois não causa constrangimento a nenhuma das partes. Caso o Convidado tenha chegado cedo demais, ele pode dar uma volta e retornar mais tarde e observar novamente.

O Convidado aprecia o caminho para a Cabana de Chá. Perto da entrada há uma bacia baixa de pedra; cada hóspede pára para lavar as mãos e a boca num ato simbólico de purificação. Os convidados continuam e entram abaixados através de uma pequena porta de 70 cm de altura. Isso porque todos devem abaixar a cabeça para entrar. Espadas e mantos reais não passam por essa pequena abertura, devendo ser deixados de fora. Apenas o ser humano adentra a Sala de Chá, sem ostentações, todos são iguais.

Antes da chegada dos convidados, o anfitrião pendurou um Kakemono (pintura ou caligrafia sobre papel ou seda).

Num recipiente recém preparado com cinzas, um fogo de carvão foi aceso, o incenso foi queimado, e sobre o fogo o anfitrião colocou uma chaleira com água para preparar o chá.

Ao entrar cada convidado aprecia o kakemono, o fogo, o arranjo das cinzas, a chaleira e todos os outros utensílios que estejam expostos. A iluminação moderada e os tons suaves das paredes de barro e da madeira envelhecida criam uma atmosfera que conduz à contemplação. O anfitrião surge e começa a servir o Kaiseki, refeição ligeira.

A palavra Kaiseki é composta por 2 ideogramas Kai = Pedra e Seki = Quente. Quando os monges estavam meditando não havia tempo para preparar comida, então eles pegavam uma pedra da fogueira e colocavam sob a roupa no estômago para aquecê-lo.
O Kaiseki vem do nome dado a uma pedra aquecida que os monges Zen usavam para aliviar o estômago das dores causadas pela fome ou pelo frio. Desde então passou a significar uma pequena refeição, suficiente apenas para satisfazer a fome.

Depois de compartilhar a refeição os convidados são servidos de um doce e do chá forte. Após isso serve-se o chá fraco.

O Otemae, preparo do chá, consiste de 3 partes:
- Purificacao dos utensílios
- Preparo do chá
- Limpeza dos utensílios.

Deve ser realizado em silêncio, ou só falando amenidades. A mensagem é enviada pelos utensílios, kakemono, flores.

A escolha do kimono depende da estação do ano. A manga indica o estado civil da pessoa q o usa. Mais longo, solteira, mais curto casada.

O preparo do ambiente



De acordo com Sen Rikkyu (1522-1591):

  O Cha nao é nada mais que isto:
  Primeiro voce aquece a agua, e entao voce prepara o cha.
  Entao voce o bebe corretamente.
  Isto é tudo o que voce precisa saber.



A necessidade de uma disciplina

Devemos nos concentrar de forma a não perder a mente original e inocente

Há um homem tão pobre que come madeira e veste-se com roupas feitas de folhas. Mas seu coração é claro como a lua, sua mente é calma e nada o perturba. Se alguém lhe pergunta "Onde você vive?" Ele responde "Nas verdes montanhas, junto à água pura;"

O sabor do chá e do Zen

Furyu =Fu (vento) ryu (fluir)

Velho lago
uma rã salta
o som da água

Wabi

Ao olhar em volta,
nem flores nem coloridas folhas
perto da cabana de sapé
que se ergue solitária à beira da praia.
Crepúsculo de outono

Àqueles que anseiam
pelas flores da primavera
mostre a relva nova
que rompe entre as colinas nevadas

Inadequação

O espírito de discrição

Aos que aspiram seguir o caminho do chá



Saiba mais:



Livro: Vivência e Sabedoria do Chá, Autor Sen Soshitsu XV, T.A.Queiroz, Editor, Ltda.

http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u363399.shtml

#Cerimoniadocha #Chado #Caminhodocha #Livrocerimoniadocha

sexta-feira

Escolas de Cerimonia de Cha - Urasenke, Omotesenke e Mushakojisenke

Neste Valentine´s Day, aprecie 2 escolas diferentes de Cha praticando juntas um Dueto de Cerimonia do Chá.

Ueda Soko School and Urasenke School

Mas existem diversas escolas de Cerimonia do Cha. Após Toyotami Hideyoshi ordernar Sen no Rikkyu a cometar suicídio, sua familia caiu em desgraca e teve que se esconder e seu filho direto nao teve filhos. Mais tarde, sua filha teve um filho Sen Sotan, que continuou o desenvolvimento da arte da cerimonia do Cha. Ele herdou o terreno e dividiu-o entre seus filhos que fundaram as Tres-Senke: Omotesenke, Urasenke e Mushanokojisenke. A que mais se divulgou pelo mundo foi a Urasenke.

San-Senke

There are three historical households (家) directly descended from the 16th-century tea master Sen no Rikyū which are dedicated to transmitting the Way of Tea that was developed by their mutual family founder, Sen no Rikyū. They are known collectively as the san-Senke (三千家), or "three Sen houses/families." These are the Omotesenke, Urasenke, and Mushakōjisenke. Another line, which was located in Sakai and therefore called the Sakaisenke (堺千家), was the original Senke (Sen house). Rikyū's natural son, Sen Dōan, took over as head of the Sakaisenke after his father's death, but the Sakaisenke soon disappeared because Dōan had no offspring or successor. The school named Edosenke (江戸千家; lit., Edo Sen house/family) is not descended by blood from the Sen family; its founder, Kawakami Fuhaku (1716–1807), became a tea master under the 7th generation head of the Omotesenke line, and eventually set up a tea house in Edo (Tokyo), where he devoted himself to developing the Omotesenke style of the Way of Tea in Edo.
The san-Senke arose from the fact that three of the four sons of Genpaku Sōtan (Sen no Rikyū's grandson) inherited or built a tea house, and assumed the duty of passing forward the tea ideals and tea methodology of their great-grandfather, Sen no Rikyū. Kōshin Sōsa inherited Fushin-an (不審菴) and became the head (iemoto) of the Omotesenke line; Sensō Sōshitsu inherited Konnichi-an (今日庵) and became iemoto of the Urasenke line; and Ichiō Sōshu built Kankyū-an (官休庵) and became iemoto of the Mushakōjisenke line. The names of these three family lines came about from the locations of their estates, as symbolized by their tea houses: the family in the front (omote), the family in the rear (ura), and the family on Mushakōji Street.
The Way of Tea perfected by Sen no Rikyū and furthered by Sen Sōtan is known as wabi-cha. The san-Senke have historically championed this manner of tea.

Other schools

The three lines of the Sen family which count their founder as Sen no Rikyū are simply known as the Omotesenke, Urasenke, and Mushakōjisenke. Schools that developed as branches or sub-schools of the san-Senke, or separately from them, are known as "~ryū" (from ryūha), which may be translated as "school" or "style." New schools often formed when factions split an existing school after several generations. There are many of these schools, most of them quite small.

san-Senke

There are three historical households (家) directly descended from the 16th-century tea master Sen no Rikyū which are dedicated to transmitting the Way of Tea that was developed by their mutual family founder, Sen no Rikyū. They are known collectively as the san-Senke (三千家), or "three Sen houses/families." These are the Omotesenke, Urasenke, and Mushakōjisenke. Another line, which was located in Sakai and therefore called the Sakaisenke (堺千家), was the original Senke (Sen house). Rikyū's natural son, Sen Dōan, took over as head of the Sakaisenke after his father's death, but the Sakaisenke soon disappeared because Dōan had no offspring or successor. The school named Edosenke (江戸千家; lit., Edo Sen house/family) is not descended by blood from the Sen family; its founder, Kawakami Fuhaku (1716–1807), became a tea master under the 7th generation head of the Omotesenke line, and eventually set up a tea house in Edo (Tokyo), where he devoted himself to developing the Omotesenke style of the Way of Tea in Edo.
The san-Senke arose from the fact that three of the four sons of Genpaku Sōtan (Sen no Rikyū's grandson) inherited or built a tea house, and assumed the duty of passing forward the tea ideals and tea methodology of their great-grandfather, Sen no Rikyū. Kōshin Sōsa inherited Fushin-an (不審菴) and became the head (iemoto) of the Omotesenke line; Sensō Sōshitsu inherited Konnichi-an (今日庵) and became iemoto of the Urasenke line; and Ichiō Sōshu built Kankyū-an (官休庵) and became iemoto of the Mushakōjisenke line. The names of these three family lines came about from the locations of their estates, as symbolized by their tea houses: the family in the front (omote), the family in the rear (ura), and the family on Mushakōji Street.
The Way of Tea perfected by Sen no Rikyū and furthered by Sen Sōtan is known as wabi-cha. The san-Senke have historically championed this manner of tea.

Other schools

The three lines of the Sen family which count their founder as Sen no Rikyū are simply known as the Omotesenke, Urasenke, and Mushakōjisenke. Schools that developed as branches or sub-schools of the san-Senke, or separately from them, are known as "~ryū" (from ryūha), which may be translated as "school" or "style." New schools often formed when factions split an existing school after several generations. There are many of these schools, most of them quite small.

Current schools

Current schools

  • Anrakuan-ryū 安楽庵流 (founder: Anrakuan Sakuden [1554-1642])
  • Chinshin-ryū 鎮信流 (founder: Matsura Chinshin {1622-1703], who was magistrate of Hizen Hirado, present-day Hirado in Nagasaki Prefecture). The school takes after the "warrior-house style of tea" (buke-cha) that was promoted by the daimyō Katagiri Sekishū. The school is also known as the Sekishū-ryū Chinshin-ha (Chinshin branch of the Sekishū school).
  • Edosenke-ryū 江戸千家流 (founder: Kawakami Fuhaku [1716-1807])
  • Enshū-ryū 遠州流 (founder: Kobori Masakazu a.k.a. Kobori Enshū)
  • Fujibayashi-ryū 藤林流 (a.k.a. Sekishū-ryū Sōgen-ha; see Sekishū-ryū below)
  • Fuhaku-ryū 不白流 (founder: Kawakami Fuhaku). This school, also called the Omotesenke Fuhaku-ryū, evolved after the death of Kawakami Fuhaku, when this faction split from the Edosenke school that he had founded.[1]
  • Hayami-ryū 速水流 (founder: Hayami Sōtatsu [1727-1809], who learned tea under the 8th Urasenke iemoto, Yūgensai, and was allowed by him to found a school of his own in Okayama)[2]
  • Higo-koryū 肥後古流[3] (The word Higo refers to present-day Kumamoto Prefecture; koryū literally means "old school"). This is one of the schools of tea traditionally followed by members of the old Higo domain, and is considered to be faithful to Sen Rikyū's tea style; that is, it is tea of the "old school." The school has been led by three families, and therefore is divided into the following three branches:
    • Furuichi-ryū 古市流
    • Kobori-ryū 小堀流
    • Kayano-ryū 萱野流
  • Hisada-ryū 久田流
  • Hosokawasansai-ryū 細川三斎流
  • Horinouchi-ryū 堀内流
  • Kobori Enshū-ryū 小堀遠州流 (founder: Kobori Masakazu [Kobori Enshū] (1579-1647)) and passed down through Enshū's brother Kobori Masayuki (1583-1615). Grand Master XVI, Kobori Soen currently runs the school.)[4]
  • Kogetsuenshū-ryū 壺月遠州流
  • Matsuo-ryū 松尾流 (founder: Matsuo Sōji [1677-1752], great grandson of a close disciple of Sen Sōtan who had the same name, Matsuo Sōji). The founder of the Matsuo school hailed from Kyoto and learned tea under the 6th Omotesenke iemoto, Kakukakusai. He later settled in Nagoya, where the Matsuo school is centered. A number of the successive Matsuo-ryū iemoto in history have apprenticed under the 'reigning' Omotesenke iemoto.[5]
  • Mitani-ryū 三谷流
  • Miyabi-ryū 雅流 
  • Nara-ryū 奈良流
  • Oie-ryū 御家流 (founder: the feudal lord Andō Nobutomo [1671-1732]). The school traces its roots to Sen Rikyū, and from Rikyū as follows: Hosokawa Sansai, Ichio Iori, Yonekitsu Michikata (1646-1729), and then Andō Nobutomo. In the Edo period, the Tokugawa shōgun allowed the Andō family the right to conduct official celebratory ceremonies, and the family was known as etiquette authorities.[6]
  • Oribe-ryū 織部流 (founder: Furuta Shigenari [a.k.a. Furuta Oribe]). According to the Japanese tea historian Tsutsui Hiroichi, after the death of Sen no Rikyū, his chadō follower Furuta Oribe succeeded him as the most influential tea master in the land. Oribe was chadō officer for the second Tokugawa shogun, Tokugawa Hidetada, and had a number of notable chadō disciples, foremost of whom was Kobori Enshū. For political reasons, Oribe was ordered to commit seppuku (ritual suicide), and consequently his family did not become an official tea-teaching family. Through the succeeding generations, the family head held the position of karō (intendant) to the daimyō headquartered at Oka Castle in present-day Oita Prefecture, Kyūshū. With the Meiji Restoration in the late 19th century, and the family's consequent loss of its hereditary position, the 14th-generation family head, Furuta Sōkan, went to the new capital, Tokyo, to attempt to reestablish the Oribe school of tea. Today, Kyūshū and especially Oita have the highest concentration of followers of this school.[7]
  • Rikyū-ryū 利休流
  • Sakai-ryū 堺流
  • Sekishū-ryū 石州流 The school developed by the daimyō Katagiri Sadamasa (a.k.a. Katagiri Sekishū) (1605–73), nephew of Katagiri Katsumoto and second-generation lord of the Koizumi Domain. Sekishū was chanoyu teacher to the fourth Tokugawa shōgun, Tokugawa Ietsuna, and his chanoyu style therefore became popular among the feudal ruling class of Japan at the time. The Sekishū-ryū school of chanoyu was passed forward by his direct descendants, and also through his talented chanoyu followers who became known as the founders of branches (派, "-ha") of the Sekishū school.[8]
    • Sekishū-ryū Chinshin-ha 石州流鎮信派 (see Chinshin-ryū above)
    • Sekishū-ryū Fumai-ha 石州流不昧派 (founder: the daimyō Matsudaira Harusato, a.k.a. Matsudaira Fumai [1751-1818]).[9]
    • Sekishū-ryū Ikei-ha 石州流怡渓派 (founder: the Rinzai Zen sect priest Ikei Sōetsu [1644-1714], founder of the Kōgen'in sub-temple at Tōkaiji temple in Tokyo). He studied chanoyu under Katagiri Sekishū. His chanoyu pupil, Isa Kōtaku (1684–1745), whose family was in charge of the Tokugawa government's tea houses, founded the Sekishū-ryū Isa-ha 石州流伊佐派. Furthermore, the Ikei-ha chanoyu style that spread among people in Tokyo was referred to as Edo Ikei, and that which spread among people in the Echigo (present-day Niigata Prefecture) region was referred to as Echigo Ikei.[10]
    • Sekishū-ryū Ōguchi-ha 石州流大口派
    • Sekishū-ryū Shimizu-ha 石州流清水派
    • Sekishū-ryū Sōgen-ha 石州流宗源派 (founder: Fujibayashi Sōgen 藤林宗源 [1606-95], chief retainer of the daimyō Katagiri Sekishū).[11]
    • Sekishū-ryū Nomura-ha 石州流野村派
  • Sōhen-ryū 宗偏流 (founder: Yamada Sōhen [1627-1708], one of the four close disciples of Sen Sōtan)
  • Sōwa-ryū 宗和流 (founder: Kanamori Sōwa [a.k.a. Kanamori Shigechika, 1584-1656])
  • Uedasōko-ryū 上田宗箇流
  • Undenshindō-ryū 雲傳心道流 (founder: Niinuma Chinkei, who was a follower of Yamaoka Tesshū [1836-88])
  • Uraku-ryū 有楽流 (founder: Oda Nagamasu [Urakusai])
  • Yabunouchi-ryū 薮内流 (founder: Yabunouchi Kenchū Jōchi [1536-1627], who, like Sen Rikyū, learned chanoyu from Takeno Jōō)
  • Yōken-ryū 庸軒流 (founder: Fujimura Yōken [1613-99], one of the four close disciples of Sen Sōtan)
[12]

References




  • Genshoku Chadō Daijiten, entry for Edosenke.

  • Genshoku Chadō Daijiten Japanese chadō encyclopedia, entries for Hayami-ryū and Hayami Sōtatsu.

  • Japanese Wikipedia article on Higo-koryū.

  • "What is Kobori Enshu School of Tea?"

  • Genshoku Chadō Daijiten, entries for 'Matsuo-ryū and Matsuo Sōji.

  • Andō-ke (Andō Family) Oie-ryū official website (Japanese)

  • Yahoo Japan Encyclopedia entry for Oribe-ryū (Japanese)

  • Genshoku Chadō Daijiten, entry Sekishū-ryū.

  • Kojien Japanese dictionary, entry for "Matsudaira Harusato."

  • Genshoku Chadō Daijiten, entry Sekishū-ryū, Ikei Sōetsu, and Isa Kōtaku.

  • Genshoku Chadō Daijiten Japanese chadō encyclopedia, entry for Fujibayashi-ryū.


  • External links

    domingo

    Breve historia do Chado Urasenke

    Muitos povos desenvolveram o hábito de consumir chá, mas poucos contribuíram tanto para o desenvolvimento de aspectos culturais como no Japão. Foi no Japão que preparar e beber o matcha, a folha do chá verde em pó diluído em água quente, tornou-se a base de uma discplina espiritual e estética que impactou a civilização japonesa.

    Essa forma de preparar o chá foi levada ao Japão no século XII por monges Zen ao regressarem de viagens de estudos da China. Nos templos, matcha era utilizado como um estimulante suave para a mente durante a meditação, tinha valor medicinal e uso cerimonial simbólico. Naquele tempo, a classe nobre e os governantes o apreciavam com a função de dar sentido à exibição de objetos de arte chinesa.

    A partir desses dois usos é que se originou a ideia dos encontros de chá como meio de elevação espiritual e apreciação estética. Isso fez com que fossem criadas salas especiais para esses encontros. O surgimento desse conceito estético único, de inspiração Zen, foi importante para o desenvolvimento da apreciação da sutil e austera beleza que podem ser descobertas em coisas aparentemente simples e despretensiosas.

    No século XVI, Sen Rikyu (1522-1591), um homem com grande criatividade e liderança no cenário político e cultural do seu tempo, sintetizou a essência dessas idéias em sua austera "cabana" no estilo do chá. Sua sensibilidade artística e ideais embasados no Zen transformaram efetivamente o ato de preparar, servir e beber o chá numa disciplina completa, estabelecendo os fundamentos do Chado, o Caminho do Chá.

    Os ideais do Chado de Sen Rikyu estão expressos nestas palavras: wa, kei, sei e jaku.
    - Wa significa harmonia, que deve existir nas relações humanas, entre o homem e a natureza, na seleção dos utensílios do chá, na maneira como são utilizados e em todas as outras facetas do Chado.
    - Kei significa respeito, que é dado para todas as coisas e que provém de sentimentos sinceros de gratidão pela existência delas.
    - Sei significa pureza e implica em limpeza espiritual e material
    - Jaku significa tranquilidade, um estado espiritual de paz.

    Com base nisso, as pessoas que estudam a disciplina do Cerimonia do Cha aprendem a cuidar de cada aspecto envolvido: da ambientação, da seleção dos objetos empregados na cerimonia, da prática da etiqueta, da comida e até da água utilizada. Através do treinamento e do estudo, manifestam o desejo de refinarem e cultivarem a si mesmos enquanto seres humanos.

    Após a morte de Sen Rikyu, seus ensinamentos foram transmitidos aos seus descendentes e discípulos. Sen Shoan (1546-1614), genro de Sen Rikyu foi reconhecido como seu sucessor. O filho dele e neto de Rikkyu Sen Sotan (1576-1658) sucedeu seu pai e tornou-se a 3a geracao. Sotan teve quatro filhos. Os 2 mais velhos morreram ainda criancas. Quando seu filho cacula Sen Soshitsu (1622-1677) atingiu os vinte anos, Sotan retirou-se para o fundo da propriedade criando a escola Urasenke e  Sen Sosa (1619-1673) ficou com a frente da propriedade fundando a escola Omotesenke. Depois um dos filhos mais velhos Soshu (1593-1675), retornou à propriedade localizada na rua Mushanokoji para fazer a 3a das 3 escolas de tradicao chamada Mushanokojisenke. Essas escolas continuam em atividade até hoje em Kyoto.

    Sotan construiu nos fundos da propriedade a sala de 8 tatamis, a sala de 4 tatamis e meio e a sala de 1 tatami e 3/4 e sao os padroes para todas as salas de cha do mundo.

    Num tranquilo e velho bairro de Kyoto, capital cultural do japão a escola Urasenke da família Sen existe já há quatro séculos. As mais antigas salas de chá foram originalmente construídas pela terceira geração da família, Sen Sotan, neto do Rikyu. Esse complexo de salas de chá e jardins foi tombado como Patrimônio Cultural Importante pelo governo japonês em razão de sua relevância cultural na história e na arte japonesas. É onde o espiríto de Sen Rikyu permanece, é a casa da Urasenke e o coração do Chado para milhões de pessoas que estudam e praticam como ensinado pela Urasenke ao redor do mundo.
     
    Desde a época do Rikyu, seus descendentes continuaram levando esse legado para as novas gerações. Cada herdeiro também acrescentou algo, sucessivamente de tal maneira que a Cerimonia do Cha permanece viva e com sentido nos tempos atuais, oferecendo um eficiente caminho para enriquecimento cultural e autodesenvolvimento, e uma fórmula atemporal para compartilhar um bonito momento graças ao chá.


    1 Rikyū Sōeki (1522-91) 利休 宗易 Hōsensai 抛筌斎
    2 Shōan Sōjun (1546-1614) 少庵 宗淳
    3 Genpaku Sōtan (1578-1658) 元伯 宗旦 Totsutotsusai 咄々斎
    4 Sensō Sōshitsu (1622-97) 仙叟 宗室 Rōgetsuan 臘月庵
    5 Jōsō Sōshitsu (1673-1704) 常叟 宗室 Fukyūsai 不休斎
    6 Taisō Sōshitsu (1694-1726) 泰叟 宗室 Rikkansai 六閑斎
    7 Chikusō Sōshitsu (1709-33) 竺叟 宗室 Saisaisai 最々斎
    8 Ittō Sōshitsu (1719-71) 一燈 宗室 Yūgensai 又玄斎
    9 Sekiō Sōshitsu (1746-1801) 石翁 宗室 Fukensai 不見斎
    10 Hakusō Sōshitsu (1770-1826) 柏叟 宗室 Nintokusai 認得斎
    11 Seichū Sōshitsu (1810-77) 精中 宗室 Gengensai 玄々斎
    12 Jikishō Sōshitsu (1852-1917) 直叟 宗室 Yūmyōsai 又玅斎
    13  Tetchū Sōshitsu (1872-1924) 鉄中 宗室 Ennōsai 圓能斎
    14  Sekisō Sōshitsu (1893-1964) 碩叟 宗室 Tantansai (AKA: Mugensai) 淡々斎 (無限斎)
    15  Hansō Sōshitsu (Sen Genshitsu) (b. April 19, 1923) 汎叟 宗室 Hōunsai 鵬雲斎 A paz na tigela de cha
    16 (Atual) Genmoku Sōshitsu (b. June 7, 1956) 玄黙 宗室 Zabōsai 坐忘


    Livro Vivência e Sabedoria do Chá

    (calligraphy by Kankai Onozawa, retired Abbot of Jukoin Temple at Daitokuji, Kyoto)



    De acordo com Sen Rikkyu (1522-1591):

      O Cha nao é nada mais que isto:
      Primeiro voce aquece a agua, e entao voce prepara o cha.
      Entao voce o bebe corretamente.  Isto é tudo o que voce precisa saber.

    A Cerimonia do Cha nao tem apenas o objetivo de mitigar a sede; é a síntese do mundo cotidiano da cultura japonesa, uma disciplina q ajuda a aprimorar o caráter, a treinar a mente através de atividades criativas  e, assim, a elevar a espiritualidade .

    Na Cerimonia do Cha, o anfitriao comeca a tracar o plano da reuniao de cha para receber os convidados. Escolhe o arranjo de flores, o kakemono (poema ou frase), dispoe o carvao para aquecer a agua e, na sala de cha, atraves de uma sequencia de movimentos (temae) perfeitamente aprimorados por um longo periodo de tempo, prepara a tigela de cha q acolhe os convidados q, por sua vez agradecem pela consideracao dispensada.

    Na interacao entre os convidados e o anfitriao, atraves do chado, aprendemos a importancia do relacionamento humano, incorporando os Quatro Principios: Wa, Kei, Sei, Jaku ou seja:

    - Wa - Harmonia - Manter boas relacoes entre as pessoas

    - Kei - Respeito - Respeito mutuo entre as pessoas com modestia e discricao consigo mesmo.

    - Sei - Pureza - tornar o coracao puro, eliminando as impurezas mentais.

    - Jaku - Tranquilidade - serenidade impertubavel presente em qualquer circunstancia.

    Provavelmente as pessoas disponham de pouco tempo para aprender a Cerimonia do cha. Entretanto, atraves de seu estudo é possivel ter um insight daquilo que foi perdido em meio à vida apressada do dia-a-dia, q é o sentimento de aceitacao, a consideracao para com as pessoas ao nosso redor, a sensibilidade à mudanca das estacoes do ano, a meditacao. Os meus sinceros votos para q, por meio do aprendizado ou mesmo da participacao em uma Cerimonia do Cha, todos possam encontrar esses principios em seu coracao.

    As Sete Regras de Rikkyu

    "O que, precisamente, são as mais importantes coisas que precisam ser entendidas numa cerimônia de chá?" Esta pergunta foi feita a Sen Rikyu por um discípulo.

    Sua resposta: "Prepare uma deliciosa tigela de chá; disponha o carvão de modo a aquecer a água; arranje as flores tal como elas estão no campo; no verão surgira frescor, no inverno calor; prepare tudo com antecedência; prepare-se para uma eventual chuva; e dê àqueles com quem se encontrar toda consideração."

    O discípulo, um tanto desapontado com essa resposta, onde não encontrou nada de importância tão grande que pudesse supor ser um segredo da prática do chá, disse: "Isso tudo eu já sabia..."
    Rikyu respondeu: "Então, se você pode conduzir uma cerimônia do chá sem desviar-se de nenhuma das regras que eu acabei de expor, eu me tornarei seu discípulo."

    A Cerimonia do Cha

    A Cerimônia do Chá completa inicia-se com a chegada do Convidado. Ele deve observar se a água foi espargida nas pedras do caminho que levam à Cabana de Chá. Se as pedras não estiverem molhadas isto quer dizer que o Anfitrião não está pronto. Se o Anfitrião tiver molhado as pedras quer dizer que o Convidado pode entrar. Este sinal é muito bom pois não causa constrangimento a nenhuma das partes. Caso o Convidado tenha chegado cedo demais, ele pode dar uma volta e retornar mais tarde e observar novamente.

    O Convidado aprecia o caminho para a Cabana de Chá. Perto da entrada há uma bacia baixa de pedra; cada hóspede pára para lavar as mãos e a boca num ato simbólico de purificação. Os convidados continuam e entram abaixados através de uma pequena porta de 70 cm de altura. Isso porque todos devem abaixar a cabeça para entrar. Espadas e mantos reais não passam por essa pequena abertura, devendo ser deixados de fora. Apenas o ser humano adentra a Sala de Chá, sem ostentações, todos são iguais.

    Antes da chegada dos convidados, o anfitrião pendurou um Kakemono (pintura ou caligrafia sobre papel ou seda).

    Num recipiente recém preparado com cinzas, um fogo de carvão foi aceso, o incenso foi queimado, e sobre o fogo o anfitrião colocou uma chaleira com água para preparar o chá.

    Ao entrar cada convidado aprecia o kakemono, o fogo, o arranjo das cinzas, a chaleira e todos os outros utensílios que estejam expostos. A iluminação moderada e os tons suaves das paredes de barro e da madeira envelhecida criam uma atmosfera que conduz à contemplação. O anfitrião surge e começa a servir o Kaiseki, refeição ligeira.

    A palavra Kaiseki é composta por 2 ideogramas Kai = Pedra e Seki = Quente. Quando os monges estavam meditando não havia tempo para preparar comida, então eles pegavam uma pedra da fogueira e colocavam sob a roupa no estômago para aquecê-lo.
    O Kaiseki vem do nome dado a uma pedra aquecida que os monges Zen usavam para aliviar o estômago das dores causadas pela fome ou pelo frio. Desde então passou a significar uma pequena refeição, suficiente apenas para satisfazer a fome.

    Depois de compartilhar a refeição os convidados são servidos de um doce e do chá forte. Após isso serve-se o chá fraco.

    O Otemae, preparo do chá, consiste de 3 partes:
    - Purificacao dos utensílios
    - Preparo do chá
    - Limpeza dos utensílios.

    Deve ser realizado em silêncio, ou só falando amenidades. A mensagem é enviada pelos utensílios, kakemono, flores.

    A escolha do kimono depende da estação do ano. A manga indica o estado civil da pessoa q o usa. Mais longo, solteira, mais curto casada.


    Saiba mais:

    Livro: Vivência e Sabedoria do Chá, Autor Sen Soshitsu XV, T.A.Queiroz, Editor, Ltda.

    http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u363399.shtml


    Livro Chado - Introducao ao Caminho do Cha

    quinta-feira

    Cerimonia do Cha - As Sete Regras de Rikkyu



    Sen Rikkyu (1522 - 1591)  foi um filosofo e fundador das 3 escolas Senke - Urasenke, Omotesenke e Mushakojisenke. A cerimonia do Cha existia, mas de outra forma. Sen Rikkyu passou a valorizar os utensilios japoneses. Criou também

    • A casa de chá q acomoda 5 pessoas
    • Uma sala separada onde os utensílios de chá sao preparados
    • 2 entradas - uma para o anftriao e outra para os convidados
    • uma porta com 70 cm de altura (Nijiriguchi) para que os convidados tenham q se curvar para entrar, com humildade em preparacao para a Cerimonia do cha


    "O que, precisamente, são as mais importantes coisas que precisam ser entendidas numa cerimônia de chá?" Esta pergunta foi feita a Sen Rikyu por um discípulo.

    Sua resposta: "Prepare uma deliciosa tigela de chá; disponha o carvão de modo a aquecer a água; arranje as flores tal como elas estão no campo; no verão surgira frescor, no inverno calor; prepare tudo com antecedência; prepare-se para uma eventual chuva; e dê àqueles com quem se encontrar toda consideração."

    O discípulo, um tanto desapontado com essa resposta, onde não encontrou nada de importância tão grande que pudesse supor ser um segredo da prática do chá, disse: "Isso tudo eu já sabia..."
    Rikyu respondeu: "Então, se você pode conduzir uma cerimônia do chá sem desviar-se de nenhuma das regras que eu acabei de expor, eu me tornarei seu discípulo."

    Entender as Sete Regras de Rikkyu é fundamental para realizarmos uma cerimonia do cha:

    1 -"Prepare uma deliciosa tigela de chá" = Chawa fukuno yoki yohi tate

    2-"Disponha o carvão de modo a aquecer a água" = Sumiwa yuno waku yoni oki

    3-"Arranje as flores tal como elas estão no campo"= Hanawa noni aruyoni

    4-"No verão surgira frescor, no inverno calor" = Natsuwa suzushiku, fuyuwa atatakani

    5-"Faça tudo com antecedência" = Kokugenwa hayameni

    6-"Prepare-se para uma eventual chuva" = Furazutomo ameno yoi

    7-"Dê àqueles com quem se encontrar toda consideração."  Aikyakuni kokoro seyo

    Assista o video com a Profa Oguino falecida em janeiro de 2014 e a praticante Haruko Hartmann http://www.youtube.com/watch?v=n5f1xZY30nc&hd=1


    Saiba mais:



    Livro: Vivência e Sabedoria do Chá, Autor Sen Soshitsu XV, T.A.Queiroz, Editor, Ltda.
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    Rikkyu Hyakushu - 100 Poemas de Rikkyu - Rikyu Doka



    Sen no Rikkyu escreveu 100 poemas sobre a Cerimonia do Cha.
      Através da forma de poesia japonesa waka, que usa 31 sílabas, estes poemas transmitem o espírito do chadô e os cuidados que se deve ter no preparo do chá para facilitar a compreensão do iniciante.

     


     
     
    "Sono michi ni iran to omou kokoro koso wagami nagara no shisho narikere."
    The very heart which tries to enter the Way is the best teacher.

     
    "Keiko toha ichi yori narai ju wo shiri ju yori keru motono sono ichi. "
    In the training of chanoyu,  as you study and advance through each of the stages,  you must from time to time return to the very beginning. 

     
     "Katatsuki ha nakatsugi to mata onaji koto soko ni yubi woba kakenu tozo shire."
    The katatsuki chaire should be held the same way as the nakatsugi,  never placing your little finger under the bottom.

    "Bunrin ya nasu marutsubo daikai ha soko ni yubi woba kakete koso mote."
    When holding bunrin,  nasu,  marutsubo and daikai chaire your finger should be placed under the chaire.

    "Daikai wo ashirau toki ha ooyubi wo katani kakeruzo narai narikeru"
    When handling the daikai,  it is the rule to put your thumb on the shoulder.

    "Kuchi hiroki chaire no cha woba kumu to iu semaki kuchi woba sukuu tozo iu."
    The tea should be drawn (kumu) from a daikai chaire and scooped (sukuu) form other chaire.

    "Tsutsu chawan fukaki soko yori fuki agari kasanete uchihe te wo yaranumono."
    Wipe the deep cylindrical tea bowl from the bottom up,  without putting your hand into it a second time.

    "Tonikaku ni fukuno kagen wo oboyuru wa koicha tabitabi tatete yoku shire."
    The best way to learn how to make good koicha is to make it many times.

    "Yosonite wa cha wo kumite nochi chashaku nite chawan no fuchi wo kokoro shite ute."
    When you are invited to make tea at someone else's home, be careful of the lip of the chawan when tapping the remaining tea off the chashaku.

    "Nakatsugi ha do wo yokote ni kakite tore chashaku ha jika ni okumono zo kashi."
    Hold the nakatsugi from the side. Place the chashaku flat upon its lid.

    "Natsume ni wa futa hangetsu ni te wo kakete chashaku wo maruku okuto koso shire."
    Hold the natsume like a half moon. Reflect its roundness when you lay down the chashaku.

     
    11-"Koichaire makie horimono moji araba jungyaku oboe atsukauto shire."
    Learn to handle thin-tea containers with lacquer designs, carvings or inscriptions with care for the alignment of the design.

    "Naninitemo dogu atsukau tabigotoni toru te ha karuku oku te omokare."
    Whatever utensil you handle, pick it up as if it were light and put it down as if it were heavy.

    "Naninitemo oki tsuke kaeru tebanare ha koishiki hitoni wakaruru to shire."
    When you place a tea utensil, you should withdraw your hand as though it were a loved one you were leaving.

    "Temae koso usucha ni are to kiku monowo sosou ni naseshi hitowa ayamari."
    Those who consider their performance in usucha is not important are wrong.

    "Koicha ni ha temae wo sutete hitosuji ni fuku no kagen to iki wo morasuna."
    In serving koicha forget the ceremony and keep your attention on making good tea. Do not loose the rhythm of your breathing.

    "Koicha ni ha yu kagen atsuku fuku ha nao awa naki yoni katamari mo naku."
    When you knead koicha take care that the water be hot, that there is no foam, and that there are no lumps.

    "Naraitsutsu mitekoso narae narawazu ni yoshiashi iu ha oroka narikeri."
    One learns by looking and studying. Without understanding completely one cannot criticize.

    "Kokorozashi fukaki hito niwa ikutabi mo awaremi fukaku okuzo oshiuru."
    To the student who has a deep desire to learn the secrets of chanoyu, the teacher should spare no effort.

    "Haji o sute hito ni mono toi naraubeshi korezo jozu no motoi nari keru."
    Sometimes a person may feel embarassed to ask questions. That embarrassment should be set aside and questions asked.

    "Jozu niwa suki to kiyo to ko tsumu to kono mitsu sorou hito zo yoku shiru."
    To become skillful in the Way of Tea, three conditions are helpful: empathy, dexterity and experienc
     
    21 - "Cha wo furu ha tesaki wo furu to omounayo hiji yori fureyo sorega hiji nari. "

    Do not think that tea should be whisked from the wrist;  the secret is to whisk from your arm. 



    "Ro no uchi ha sumitori hisago e no hibashi toki kogo neriko to shire. "

    During ro season you should know to use a gourd charcoal container,  firetongs with handles,  a ceramic incense container and kneaded incense. 



    "Furo no toki sumi ha sairo ni kane hibashi nuri kogo ni byakudan wo take. "

    When it is furo season, put the charcoal in a vegetable basket,  use metal firetongs and a lacquered incense container,  and burn sandalwood. 



    "Usuita ha tokogamachi yori jushichime mata ha juhachi jukume ni oke. "
    The thin board (for flower containers) should be placed seventeen,  eighteen,  or nineteen tatami lines from the edge of the baseboard. 

    "Usuita ha toko no daisho mataha hana ya hanaike ni yori kawaru shinajina. "
    The thin board (for flower containers) changes in relation to the size of the alcove,  flowers,  and flower containers. 

    "Futaoki ni mitsu ashi araba hitotsu ashi mae ni tsukau to kokoroete oke. "
    If a lid rest had three legs pay attention to handle it so that one leg is in the front. 

    "Fukusa woba tate ha kyusun yokohaba ha hassun hachibu kanejaku ni seyo. "
    Make the length of the fukusa nine sun and the width eight sun and eight bu in the kanejaku scale. 

    "Chakin woba nagami nuno haba isshaku ni,  yoko ha gosun no kanejaku to shire. "
    Know that the measurements of a chakin are length,  one shaku, and width,  five sun, usiing the kanejaku. 
    (1 shaku: aproximately 30.3 cm,  and 5 sun:  aproximately 15.2 cm)

    "Tsurifune ha kusari no nagasa toko ni yori,  debune,  irifune,  ukibune to shire. "
    The length of the chain for a hanging boat flower container will depend up on the alcove: 
    know that there are departing boats,  incoming boats,  and boats at anchor. 

    "Migi no te wo atsukau toki ha waga kokoro hidari no houni aruto shirubeshi."
    When using your right hand, your attention should also be on the left hand.

    "Namaru toha tetsuzuki wo hayaku mata osoku tokorodokorono sorowanu wo iu."
    This poem gives the difinition of the word <namaru>. This describes a quality of making tea in which one procedure is done very quickly and another very slowly. There should be a move even flow from procedure to procedure.

    "Temae niha omoki wo karuku karuki woba omoku atsukau ajiwaiwo shire."
    When you do temae, you should treat a heavy object as though it were light and a light object as though it were heavy.

    "Bonseki wo kazarishi tokino kakemono ni sansui nadoha sashiai to shire."
    When decorating the alcove with a bonseki, know that to use a landscape painting is an interference.

    "Itadoko ni hachatsubo chaire shinajina wo kazarade kazaru hou mo arikeri."
    There is a method of displaying a tea-leaf jar or tea container on a wooden-floored alcove.

    "Sanpuku no jiku wo kakeru ha naka wo kake jikusaki wo kake tsugi ha jikumoto."
    When hanging a set of three scrolls, hang the middle one first, then the upper one and next the lower.

    "Kakemono wo kakete okuniha kabetsuki wo sanshibu sukashi okukototo kiku."
    When hanging a scroll in the tokonoma, a space of three or four bu should be left open.

    "Toki narazu kyaku no kitaraba temae woba kokoro ha so ni waza wo tsutsushime."
    If you make tea for an unexpected guest, your heart should be simple and everything restrained.

    "Hanami yori kaeri no hito ni chanoyu seba kacho no e womo hana mo okumaji."
    If you give tea to those returning from flower-viewing, don't hang a picture of birds and flowers nor put out any flowers.

    "Tsubo nado wo toko ni kazaran kokoro araba hana yori ueni kazari okubeshi."
    If you wish to put a tea leaf jar in the tokonoma, you can only put it above the flowers.

    "Shinajina no kama ni yoriteno na ha ooshi kama no soumei kansu tozo iu."
    There are a great many names for various kinds of kettles respectively but in general we call kettles kansu.

     "Fuyu no kama iroribuchi yori roku nana bu takaku sueruzo narai narikeri."
    It is the rule to set the kama in winter six or seven bu above the iroribuchi.

    "Ubakuchi ha irori fuchi yori roku nana bu hikuku sueruzo narai narikeru."
    It is the rule to set the hag's mouth kettle six or seven bu below the hearth frame, iroribuchi.

    "Hakobi date mizusashi oku ha yoko tatami futatsu wari nite mannaka ni oke."
    When carring the mizusashi into the tearoom, it should be placed in the center of one half a tatami.

    "Mizusashi ni teoke dasaba te ha yoko ni mae no futa tori saki ni kasaneyo."
    When using a teoke mizusashi, it is placed with the handle in a horizontal position. The front half of the lid is taken off and placed on top of the back half of the lid.

    "E no mono wo kakeru toki niha takuboku wo in aru ho he hikiokumo yoshi."
    When hanging a painting, it is also possible to put the wrapping cord toward the seal side.

    "E kakemono hidari migi muki muko muki tsukaumo toko no katte nizo yoru"
    The use of picture scrolls, left-sided, right-sided or frontal, depends upon which the lower side of the alcove is.

    "Kakemono no kugi utsu naraba oowa yori kubu sagete ute kugi mo kubu nari."
    When putting in the peg for hanging the scroll, it should be nine bu below the edge of the ceiling and the peg itself should be nine bu long.

    "Toko ni mata waka no tagui woba kakeru nara hokani utagaki woba kazaranu to shire."
    If you hang a scroll of peotry in the tokonoma, know to avoid using poetry elsewhere in the room.

    "Gedai aru mono wo yoso nite miru toki wa mazu gedai woba misete hirakeyo."
    When a scroll with a gedai is viewed at another's place, first examine the gedai then have it hung up.

    "Sumi okumo narai bakarini kakawarite yu no tagirazaru sumi ha kie zumi (sumi)."
    Charcoal, though placed exactly according to teaching, is dead charcoal if it does not boil the water.

    51 - "Furo no sumi mirukoto ha nashi minutotemo minukosomo naomo miru kokoro nare."
    We do not look at furo sumi, but because of the fact that we do not see it, 
    we must concentrate all the more.

    "Kyaku ni nari furo no sono uchi miru tokini hai kuzure nan kizukai wo seyo."
    As a guest when approaching to inspect the furo, be careful not to disturb the ash formation.

    "Kyaku ni nari soko toru naraba itsunitemo irori no kado wo kuzushi tsukusuna."
    Do not spoil the corners of the ro with ash.

    "Bokuseki wo kakeru tokiniha takuboku wo matsuza no hohe ookata wa hike."
    When hanging a bokuseki scroll, be sure the wrapping cord is toward the lower seat.

    "Sumioku ha tatoe naraini somukutomo yuno yoku tagiru sumi ha sumi nari."
    Charcoal, though placed contrary teachings, is charcoal if the charcoal boils well the hot water.

    "Kyakuni nari sumi tsugunaraba sono sokoni takimono nado ha kubenu kotonari."
    If the host should request that the guest lay the charcoal, the guest must refrain from adding the incense.

    "Sumi tsugaba gotoku hasamuna jumonji fuchi wo kirasuna tsuriai wo miyo."
    When you lay the charcoal, be sure that you do not catch the tripod between the pieces, do not make an X with them and do not separate the pieces.

    "Moenokoru shirozumi (sumi) araba suteokite mata amari no sumi wo oku monozokashi."
    When there are edazumi which have not burned, leave them and add more.

    "Kuzuretaru sono shirozumi wo toriagete mata takisoeru ha nakarikeri."
    The burned edazumi should not be picked up and add to the others.
    "Inishie ha yakai nadoniha toko no uchi kakemono hana ha nashi to koso kike."
    One hears that in the past, during an evening gathering, neither a scroll nor flowers were used in the tokonoma.

    "Inishie ha meibutsu nadono kogo he jika ni takimono irenu tozo kiku."
    From old times, it has been said that incense should not be placed directly into an incense container of great fame or such.

     "Nijodai sanjodai no mizusashi ha mazu kokonotsume ni okuga ho nari."
    In a nijo daime or sanjo daime room,
     the rule is basically to place the fresh water container at nine tatami lines.

    "Takekugi ha kawame wo ueni utsuzokashi kawame wo shitani nasukotomo ari."
    When putting a bamboo peg into the tokonoma wall, put its skin side up, although there are times when the peg is driven in skin side down.

    "Mitsukugi ha naka no kugi yori ryowaki to futatsu warinaru mannaka ni ute."
    When putting three bamboo pegs into the tokonoma wall, put the two pegs in either side of the center peg, half way between it and the wall.

    "Tsurube koso te ha tateni oke futa toraba kama ni chikazuku hoto shirubeshi."
    When using a tsurube mizusashi, it is placed with the handle in the vertical position. The half-lid closest to the kettle is taken off.

    "Chaire yori cha sukuu niha kokoroete sho chu go sukue sorega hijinari."
    When scooping tea from the chaire, special attention must be given to the rythm with which it is done. First take a little, then a little more and finally the largest amount. This you should know.

    "Yu wo kumite chawan ni iruru sonotokino hishaku no neji ha hiji yorizo shiru."
    When pouring hot water into the tea bowl, the turning of the bamboo ladle should be done from the elbow.

    "Haboki ha furo ni migiha yo ro no tokiha hidariha woba tsukau tozo shiru."
    Know to use the right-sided feather for furo, the left-sided feather during the ro season.

    "Meibutsu no chawan idetaru chanoyu niha sukoshi kokoroe kawaru tozo shire."
    At tea where a famous tea bowl is used, one should be aware of a slight difference in it's handling.
     
    "Toko no ue ni kago hanaire wo okutoki ha,  usuita nado ha shikanumono nari. "
    When placing a basket flower container on the alcove, a thin board is not placed under it. 

    "Okiawase kokoro o tsukete miru zokashi,  fukuro ha tojime tatami me ni oke. "
    Look intently to learn about setting utensils down next to each other,  the pouch goes with the seam on a tatami line. 

    "Chaire mata chasen no kane o yoku mo shire,  ato ni nokoseru dogu meate ni. "
    Learn the correct location for the chaire and tea whisk,  
    use the placement of the remaining utensils as a guide. 

    "Koita nite koicha wo tateba chakin woba koita no hashi ni okumono zokashi. "
    When making koicha,  the chakin is placed near the edge of the small board. 

    "Kansho ha dai to sho toni chu chu ni dai to itsutsu no kazu wo utsunari. "
    Strike the meal bell with five strokes:  loud,  soft,  medium,  medium,  loud. 

    "Tomoshibi ni abura wo tsugaba ooku tsuge,  kyaku ni akazaru kokoroe to shire. "
    Adding oil to the lamp pour the oil abundantly,  and show the guests unwavering consideration. 

    "Kakemono ya hana wo haiken suru tokoha sanshaku hodoha za wo yokete miyo. "
    When viewing the hanging scroll and flowers,  it is best to sit three shaku from the objects. 

     
     
     
     
    "Keiko toha ichi yori narai ju wo shiri ju yori keru motono sono ichi. "
    In the training of chanoyu,  as you study and advance through each of the stages,  you must from time to time return to the very beginning. 

    "Me mimo miyo mimi nimo fureyo kou wo kagite kotowo toitsutsu yoku gaten seyo. "
    Don't look with your eyes or cock your ears to listen,  just dye your heart with Chanoyu.  Look with your eyes and listen with your ears,  smell incense and grasp their meaning with questions. 

    "Cha wo tateba chasen ni kokoro yoku tsukete chawan no soko he tsuyoku ataruna. "
    When you make tea,  be careful not to scrape the bottm of the bowl with the chasen. 

    "Cha ha sabite kokoro ha atsuku motenaseyo dogu ha itsumo ariai ni seyo. "
    Tea should not be an exhibition of what the tea man owns. Instead the sincerity of his heart should be expressed. 
     
    "Hishaku nite sayu to mizu to wo kumu toki ha kumu to omowaji, motsu to omowaji."
    When scooping hot or cold water with the hishaku, do not think of scooping with it or holding it.




    "Hishaku nite yu o kumu toki no narai niha mittsu no kokoroe arumono zo kashi."
    When scooping hot water with the bamboo ladle, there are three things which require strict attention.




    "Yu wo kumu ha hishaku ni kokoro tsuki no wa no sononenuyoni kakugoshe kumu."
    You should resolve to scoop water without damaging the neck of the bamboo ladle.




    "Furo koicha kanarazu kama ni mizu sasuto hitosujini omou hito ha ayamari."
    A person who unquestioningly thinks that water must be added to the kettle when preparing thick tea during the brazier (furo) season is mistaken.




    "Akatsuki ha sukiya no uchi mo andon ni yakai nadoniha tankei wo oke."
    For dawn gatherings, use andon even in the tearoom; for evening gatherings, set out tankei.




    "Hanaire no orekugi utsu ha jishikii yori sanjaku sanzun gobu amari mo ari."
    When putting in the hook for the flower container, position it 3 shaku, 3 sun, 5 bu from the floor of the alcove.




    "Kama hitotsu areba chanoyu ha naru mono wo kazu no dogu wo motsu ha orokana."
    Having one kettle you can make tea; it is foolish to possess many utensils.

    from http://www.demoivre.org/TeaHyakka/Winter2004/hyakushu5layout.html