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terça-feira

Toshio Takeda - Sonan Takeda - Grao Mestre da Cerimonia do Cha Urasenke

Toshio Takeda nasceu em Miyajima, ilha em frente a Hiroshima no dia 21 de janeiro de 1912 e foi o primogenito de 5 filhos, 3 homens e 2 mulheres.



- Portugueses sao muito inteligentes

No Japao, ao contrario do Brasil, acredita-se que os Portugueses sao muito inteligentes, pois foram os primeiros ocidentais a chegar ao Japao em 1543. Isso fez com que Toshio Takeda se interessasse pela cultura portuguesa. Quando foi estudar na Universidade Imperial de Tokio, ele optou por Economia e Linguas Latinas, entre elas o Portugues.

Ao se formar, o Governo Japones convidou-o a fundar um banco japones no Brasil, pois haviam muitos imigrantes japoneses que nao tinham como guardar seus ganhos e a liderar um grupo de pessoas que embarcaram com ele no navio Rio de Janeiro Maru no dia 18 de fevereiro de 1936 e chegaram ao Brasil no dia 1 de abril de 1936. Quando o navio passou pela costa da Africa foi a primeira vez que ele viu uma pessoa negra.

- Feijoada?
Fonte: Fundacao Kunito Miyasaka

Ele desembarcou no Porto de Santos e entrou em 1937 fundaram a Casa Bratac (Sociedade Colonizadora do Brasil) para administrar as economias dos imigrantes e foi a semente do Banco America do Sul. Toshio Takeda relata que foi a primeira vez que ele comeu feijoada e quem achou o prato muito estranho.

- Banco com nome estranho

Ele foi ao Rio de Janeiro durante governo Getulio Vargas solicitar a carta patente do Banco ao entao Ministro da Economia, Tancredo Neves.

Para ir ao Rio de Janeiro, Toshio Takeda pegou uma das primeiras pontes aereas do mundo, a Sao Paulo - Rio e que nao havia banheiros no aviao. Quando o aviao pousou no Rio havia uma banda de musica para tocar os hinos brasileiro e japones, mas ele primeiro pediu para ir ao banheiro.


Tancredo Neves achou Bratac um nome muito estranho para um Banco e sugeriu o nome que deu origem ao Banco America do Sul em 1940.

- Aviao pegando fogo

Sua esposa Yoshie Takeda foi busca-lo no Aeroporto de Congonhas. Ela diz que quando o aviao pousou ela ficou muito agitada pois achou que o aviao estava pegando fogo pois havia muita "fumaca", foi quando alguem disse a ela que era poeira. O Aeroporto de Congonhas nao era asfaltado na epoca.
 
- Construcao do Pavilhao Japones



Durante a 2a guerra mundial, estrangeiros nao podiam ser socios cotistas de instituicoes financeiras e altos dirigentes chegaram a ser presos o que aconteceu com o Sr Toshio Takeda, mas sua influencia na comunidade nipo-brasileira continuou pois no dia 2 de setembro de 1953 foi determinada a area no parque do Ibirapuera para a construcao do Pavilhao Japones e Toshio Takeda foi nomeado Presidente da Comissao de Obra e escolheu o engenheiro Suzuki Takeshi como diretor de obras.

O pavilhao foi construido no Japao, desmontado e enviado de navio para o Brasil.

No Quarto Centenário da Cidade de São Paulo, em 1954, foi construído o Pavilhão Japonês no Parque Ibirapuera, após intensa campanha da comunidade nipo-brasileira. Na ocasião, a colônia japonesa doou uma réplica, feita no Japão, do Palácio Katsura, em Quioto.



O pavilhão possui um salão nobre, uma copa para preparo da cerimônia do chá e uma salão de chá. Apresenta exposição permanente de cultura japonesa, com peças a partir do século 11. Seu entorno é enfeitado com lago com carpas e jardins. ocupa área de 7.500 metros quadradaos.

O Grão Mestre Sen Soshitsu XV veio ao Brasil em Outubro de 1954 para a comemoração do 4o. Centenário da Fundação da Cidade de São Paulo e inauguração do Pavilhão Japonês no Parque do Ibirapuera. Nesta data o Grão Mestre realizou a Primeira Cerimônia do Chá na casa do Sr Toshio e Sra Yoshie Takeda.

Toshio Takeda tornou-se Grao Mestre do Cha, passando a denominar-se Sonan Takeda e  sua esposa Yoshie Takeda tornou-se Grao Mestre do Cha, passando a denominar-se Soho Takeda trouxeram a arte da Cerimônia do Chá no Brasil em Outubro de 1954 e levaram para todo o Brasil. Esta arte perdura ate hoje.

- Dono de Cinema

Em julho de 1954, Toshio Takeda  inaugurou o Cine Tokio com 1.160 lugares na Rua São Joaquim no bairro da Liberdade, dedicado a exibir filmes japoneses. O filme inaugural foi “Águia do Pacífico”.



O bairro da Liberdade teve 4 salas de cinema – Cine Niterói (Toei), Cine Jóia (Toho), Cine Tokio (Nikkatsu) e Cine Nippon (Shochiku). Cada uma exibiu filmes das principais produtoras/estúdios de cinema japoneses. Estes estúdios produziam diversos gêneros de filmes: épicos históricos sobre o Japão no tempo dos samurais, dramas urbanos contemporâneos, musicais, animações, filmes de monstros, comédias e romances, policiais e filmes sobre gangues…


- Fundacao do Bunkyo 

Em dezembro de 1955 participou da fundação do Bunkyo – Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa.

É uma felicidade saber que o legado do meu avô não foi em vão.

Ele atravessou 2 oceanos e levou 42 dias para chegar ao Brasil, mas a sua influência continua até os dias de hoje.

Sei q o sonho dele de divulgar a Cultura Japonesa no Brasil perdura e frutifica em cada pessoa que frequenta o Bunkyo, em cada praticante da Cerimônia do Chá e em cada visitante do Pavilhão Japonês.



Toshio Takeda faleceu em Sao Paulo no dia 04 de marco de 1997 com 85 anos, deixou esposa, 3 filhos e 6 netos e muita saudade.



Assista ao video: 

http://www.parquedoibirapuera.com/atracoes/pavilhao-japones/
PAVILHAO JAPONES - Parque do Ibirapuera
Portões 3 e 10 – Av. Pedro Álvares Cabral
Quarta-feira, sábado, domingo e feriado
das 10h às 12h e das 13h às 17h

Responsável: Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa e Assistência Social
Tel:. (11) 5081 – 7296 e 3208-1755 r 124
E-mail: pavilhao@bunkyo.org.br
Site: www.bunkyo.org.br

Toshio Takeda ou Sonan Takeda e Yoshie Takeda ou Soho Takeda trouxeram a arte da Cerimônia do Chá no Brasil em Outubro de 1954 e levaram para todo o Brasil. Esta arte perdura ate hoje.

Fontes: sites
http://www.imigracaojaponesa.com.br/
http://www.culturajaponesa.com.br
http://www.imigrantesjaponeses.com.br/
http://www.parquedoibirapuera.com/atracoes/pavilhao-japones/
http://www.cidadedesaopaulo.com/sp/br/o-que-visitar/atrativos/pontos-turisticos/2438-pavilhao-japones

Livro Chado Urasenke Tankokai 50 anos Latinoamerica

segunda-feira

Historico do Pavilhao Japones


O Pavilhão Japonês no Ibirapuera: um marco entre dois povos


Fonte Informativo do Arquivo Historico Municipal de Sao Paulo Ano 3 no. 18 Edicao tematica sobre 100 anos de Imigracao Japonesa


http://www.arquiamigos.org.br/info/info18/i-manu.htm



Ao lançarmos um olhar mais atento sobre o conjunto de edifícios existentes no Parque do Ibirapuera, uma grande surpresa nos é apresentada. Nesta área, onde o modernismo das décadas de 1950 e 1960 se faz presente com toda a sua grandeza, uma obra em especial se destaca, tendo em vista a sua simpática discrepância. Trata-se do Pavilhão Japonês, edifício contemporâneo aos demais ali presentes, posto que construído na mesma época em que todo o parque estava sendo implementado.

Além desse aspecto, o inusitado se faz presente sob outro ponto de vista, ou seja, por que apenas um Pavilhão Japonês, isolado e desacompanhado de similares como um pavilhão italiano, um espanhol ou um português, por exemplo? Em outras palavras, por que este exemplar único naquele cenário?

De fato – e aqui abusando do direito de conjeturar –, caso o Pavilhão Japonês não tivesse sido construído há 54 anos atrás, hoje dificilmente ele o seria, ou pelo menos não no Parque do Ibirapuera. Entretanto, lá ele se encontra, majestoso, como que a desafiar o seu entorno e sendo, ele próprio, uma grande atração e um marco de referência, seja para o parque, seja para a cidade, e mesmo para toda a nação, pois estamos diante de um monumento que consolidou, em 1954, as relações afetivas entre o Brasil e o Japão.

É certo, portanto, que foi somente numa conjuntura favorável, ou num contexto histórico único, que o projeto do Pavilhão Japonês encontrou condições propícias para sua concretização. Acompanharemos de ora em diante este processo.

Década de 1940: uma conjuntura adversa

As relações entre o Brasil e o Japão se desgastaram por conta da II Guerra Mundial. Em 1942, com a entrada do país no conflito, os laços entre as duas nações foram rompidos. Dentre os imigrantes provenientes do Eixo (Itália, Alemanha e Japão), os japoneses se tornaram um alvo fácil para constantes discriminações e cerceamentos. Era o chamado perigo amarelo, este repercutido em artigos pela imprensa.

Colaborando com esta situação de animosidade estavam, também, algumas características marcantes da primeira geração de imigrantes japoneses que vieram para o Brasil, quais sejam a de cultivar seus valores e tradições em solo estrangeiro, bem como uma peculiar compleição que se traduziam, pelo menos no entender de grande parte da população, numa falta de integração na comunidade. Por certo que na raiz desse problema mais pesavam as fortes diferenças entre as duas culturas: a brasileira e a japonesa, com língua e costumes bastante distintos.

Entretanto, com o término da guerra teve início um período de distensão, este coroado com o reatamento das relações diplomáticas a partir da assinatura do Tratado de São Francisco, no dia 28 de abril de 1952.

sábado

11 Bunka Matsuri No Pavilhão Japonês 2017

Do dia 20 a 28 de maio de 2017, os apreciadores da cultura japonesa poderão experimentar uma movimentada imersão realizada em duas localidades: o Pavilhão Japonês, no Parque Ibirapuera, e o Bunkyo, no bairro Liberdade em São Paulo. Serão dois finais de semana se estendendo por uma semana contínua de atividades orientadas por praticantes e especialistas de diversas artes japonesas. No Bunka Matsuri – A Festa da Cultura Japonesa o público poderá conhecer e vivenciar, entre outras atividades, a cerimônia do chá, exposição de ikebana, praça de alimentação de comida típica, oficinas culturais com especialistas da arte japonesa, visitas ao Museu Histórico da Imigração Japonesa no Brasil, show de música e dança folclórica japonesa. 
Veja a programação variada para família e todas as idades!

Foi com muito orgulho que organizei a Cerimônia do Chá no Pavilhão Japonês, que meu avô Toshio Takeda construiu

Sabado dia 20/05/17

9:30 as 17 Fotos com Kimono

10:30  as 11:30 Oficina Artes Plasticas
10:30 as 11:30 Oficina Origami

11 as 11h30 Iki iki Taisso (ginastica)

13:00 as 14:00 Oficina Bonsai
13:00 as 14:00 Oficina Artes Plasticas
13:00 as 14:00 Oficina Origami

14:30 as 15:30 Oficina Bonsai
14:30 as 15:30 Oficina Artes Plasticas
14:30 as 15:30 Oficina Origami
15 as 15h30 Iki iki Taisso (ginastica)

Domingo dia 10/05/17

9:30 as 17 Fotos com Kimono

10:30 as 11:30 Oficina Bonsai
10:30 as 11:30 Oficina Artes Plasticas
10:30 as 11:30 Oficina Origami

11h CERIMONIA DO CHA

11 as 11h30 Iki iki Taisso (ginastica)

12h CERIMONIA DO CHA

13h CERIMONIA DO CHA

13:00 as 14:00 Oficina Bonsai
13:00 as 14:00 Oficina Artes Plasticas
13:00 as 14:00 Oficina Origami

14h CERIMONIA DO CHA

14:30 as 15:30 Oficina Bonsai
14:30 as 15:30 Oficina Artes Plasticas
14:30 as 15:30 Oficina Origami
15 as 15h30 Iki iki Taisso (ginastica)












Visite o Pavilhao Japones - Parque do Ibirapuera

Pavilhao Japones comemora 60 anos


O Pavilhao Japones foi construido por meu avô, Toshio Takeda, mais tarde Grao Mestre da Cerimonia do Cha Sonan Takeda.

Assista uma Cerimonia do Cha no SP TV no Pavilhao Japones - copie o link abaixo

http://globotv.globo.com/rede-globo/sptv-1a-edicao/v/pavilhao-japones-comemora-60-anos/3595309/

Pavilhão Japonês, símbolo da amizade entre dois países
pavilhao lago carpas
"Na plácida, imensa planura do Parque Ibirapuera, entre paredões de eucaliptos galgos e varas altas que fisgaram as carpas de papel de seda colorido e bojudas de ar, o delicado Katsura marcará a multissecular presença do Japão nas festas dos quatro séculos de São Paulo, com todo aquele conteúdo poético que se concentra na grandiosa miniatura de um Haikai".
Guilherme de Almeida, poeta e presidente da Comissão Organizadora das Comemorações do IV Centenário da Cidade de São Paulo


Localizado no Parque do Ibirapuera, o Pavilhão Japonês ocupa uma área de 7.500 m2 às margens do lago do parque, e é composto de um edifício principal suspenso, que se articula em um salão nobre e diversas salas anexas, salão de exposição, além de um belíssimo lago de carpas.
O Pavilhão Japonês foi construído conjuntamente pelo governo japonês e pela comunidade nipo-brasileira e doado à cidade de São Paulo, em 1954, na comemoração do IV Centenário de sua fundação.
O projeto, executado pelo professor Sutemi Horiguchi (da Universidade de Tokyo), tem como principal característica o emprego dos materiais e técnicas tradicionais japonesas. E, teve como referência o Palácio Katsura, antiga residência de verão do Imperador, em Kyoto, construído entre 1620 e 1624, na era Edo que foi marcada pelo domínio do clã Tokugawa.
pavilhao jardim zenSua estrutura baseia-se na tradicional arquitetura japonesa no estilo Shoin, adotado nas residências das casas dos samurais e da aristocracia - mais tarde adotado por outras classes. Ela baseia-se ainda em composições modulares de madeira (com divisórias deslizantes, externas e internas), organicamente articuladas, e marcadas pela presença do tokonoma (área destinada à exposição de pinturas, arranjos florais, cerâmica, etc), bem como de outros nichos embutidos, com prateleiras e pequenos gabinetes, decorativamente dispostos.
O estilo Shoin atende aos anseios de contemplação estética (dos próprios ambientes, de objetos, peças de arte e da paisagem), por introspecção e pela criação de um microcosmo apartado dos trâmites mundanos. Portanto, para este tipo de arquitetura, a relação entre a paisagem e o interior dos ambientes é de vital importância. A visita das áreas externas e o paisagismo lírico dos jardins tornam-se prolongamento dos ambientes interiores.
Projetado como um monumento símbolo de amizade entre japoneses e brasileiros, o Pavilhão reúne materiais trazidos especialmente do Japão, tais como as madeiras, pedras vulcânicas do jardim, lama de Kyoto que dá textura às paredes, entre outros.
A construção do Pavilhão Japonês no Parque do Ibirapuera, em 1954, que foi transportado desmontado, em navio, contou com numerosos imigrantes japoneses que atuaram como voluntários para auxiliar o corpo técnico vindo do Japão. Essas atividades foram coordenadas pela Comissão Colaboradora da Colônia Japonesa Pró-IV Centenário de São Paulo.
O Pavilhão Japonês foi doado para a Prefeitura Municipal de São Paulo. Desde 1955, a Sociedade Paulista de Cultura Japonesa (atual Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa e de Assistência Social), foi, graças ao convênio estabelecido com a Prefeitura da cidade de São Paulo, a entidade tem sido responsável pela administração, manutenção e promoção de eventos nesse local.

O Jardim do Pavilhão Japonês
O jardim que envolve o Pavilhão Japonês foi inspirado nos tradicionais conceitos japoneses, e reúne variadas plantas e flores típicas. Nele foram instalados vários marcos relacionados à amizade e intercâmbio entre o Brasil e o Japão.
Um deles, por exemplo, é o pinheiro japonês, plantado em 1967 pelo atual Imperador e Imperatriz do Japão. Outro é uma escultura em pedra, com a inscrição de um poema haiku, de autoria de Nempuku Sato, que imigrou ao Brasil em 1927 e, desde então, dedicou-se ao ensino e à divulgação dessa poesia.
O Lago das Carpas
pavilhao lago de carpas e jardimO lago foi construído na mesma época em que o Pavilhão e recebeu as primeiras carpas coloridas no início da década de 70, graças à iniciativa da Associação Brasileira de Nishikigoi e ao intercâmbio com criadores de várias províncias japonesas.
Com capacidade para cerca de 100 mil litros de água, o lago abriga cerca de 320 carpas.
A Sala de Chá
pavilhao chashitsuO Chashitsu, local para a prática da cerimônia do chá, está localizado no edifício central, com sua atmosfera wabi sabi, isto é, de austero refinamento envolto por quietude e pura simplicidade.
A inauguração da sala da cerimônia de chá foi realizada em 1954, com a presença do Grão-Mestre Herdeiro Sen Soko (posteriormente, XV Grão-Mestre do Urasenke) e seu irmão mais novo, o mestre Naya Yoshiharu.
O Salão de Exposição
pavilhao exposicaoO Salão de Exposição, ligado ao Pavilhão por uma passagem com vista ao jardim zen, apresenta o acervo permanente de arte japonesa constituído de peças doadas e consignadas pelo governo do Japão, entidades, empresas e personalidades diversas. É composto de peças originais e de réplicas perfeitas de "tesouros nacionais" japoneses.
Periodicamente, o local recebe exposições especiais, sempre com temas relacionados à arte e cultura japonesa.
*Texto baseado no guia bilíngue (japonês/português) - "Pavilhão Japonês - Tradição e Modernidade", publicado pela Comissão de Administração do Pavilhão Japonês.
Eventos no Pavilhão Japonês
A Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa e de Assistência Social, o Bunkyo, responsável pela administração e preservação do local, promove diversas atividades ao longo do ano, tais como: Festival Hina Matsuri (Dia das Meninas) e Kodomo no Hi (Dia dos Meninos), apresentações de dança e música tradicional japonesa e exposições culturais. Atualmente, o Pavilhão conta com uma nova equipe de educadores e também promove visitas monitoradas em português e japonês.
Os espaços do Pavilhão Japonês podem ser locados para realização de eventos, exposições e apresentações culturais.

Pavilhão JaponêsLocal: Parque do Ibirapuera - portão 10
(próximo ao Planetário e ao Museu Afro Brasil - mapa no final desta página)
Av. Pedro Álvares Cabral, s/nº - São Paulo - SP
(a cerca de 5 quilômetros do Metrô Santa Cruz)
Funcionamento: quarta-feira, sábado, domingo e feriados
Horário: das 10h às 12h e das 13h às 17h
Informações:
(11) 5081-7296 ou pavilhao@bunkyo.org.br
(11) 3208-1755 ou pavilhao2@bunkyo.org.br
Menores de 5 anos e idosos acima de 65 anos: entrada gratuita
Agendamento de visitas monitoradas(para grupos de até 50 pessoas, período de 50 minutos - somente às quartas-feiras)
(11) 5081-7296 ou pavilhao@bunkyo.org.br
(11) 3208-1755

Clique nas imagens para ampliar os mapas
Mapa do Parque Mapa dos Arredores
pavilhao mapa parque  pavilhao mapa ruas

Fonte http://www.bunkyo.org.br/pt-BR/pavilhao-japones
#Cerimoniadocha #Chado #carpas #Caminhodocha #Sonantakeda

sexta-feira

Programacao Reuniao Comemorativa de 60 Anos da Cerimonia do Cha Urasenke nas Americas 2015

Jubileu de Diamante da Difusao do Urasenke com a presenca do Daisosho do Japao.
Chado Urasenke Tankokai America Latina 60 anos (1954 - 2014)
Chado Urasenke Brasil 2014




Dias 29, 30 e 31 agosto de 2014 serao comemorados 60 anos de Divulgacao da Cerimonia do Cha na America Latina e Central - Jubileu de Diamante da Difusao do Urasenke com a presenca do Daisosho do Japao.

Virao delegacoes de diversos paises, entre eles: Japao, Estados Unidos (Nova Iorque, Sao Francisco, Hawaii, Argentina, Mexico, Peru, Alemanha, Canada, Indonesia e Singapura.

Estima-se 500 chajin (apreciadores da Cerimonia do Cha) da Argentina, Brasil, Canada, Alemanha, Indonesia, Japao, Mexico, Peru, Singapura e Estados Unidos e tera a participacao do Grao Mestre Hounsan Genshitsu Sen. Em 1954, seu pai,  o 14 Grao Mestre, Tantai Soshitsu, veio para fundar o Urasenke em varios paises da America Latina. O Centro de Chado Urasenke constitui-se na Argentina, Brasil, Mexico e Peru. Como em sua primeira viagem para os Estados Unidos em 1951, Hounsai Genshitsu visitou muitos paises divulgando a Cerimonia do Cha atraves do mundo.

Esperamos que um total aproximado entre 500 a 1000 pessoas nos 3 dias de eventos.

Dia 29/08/14 Sexta-Feira das 14h as 18h Visita ao:

1- Centro de Cultura Japonesa na Liberdade (Bunkyo)

 Para conhecer o Centro de Cultura Japonesa assista ao video:  Cerimonia do Cha no Bunkyo


2 - Casa Japonesa no Parque do Ibirapuera

Para conhecer o Pavilhao Japones assista ao video abaixo ou clique no link Pavilhao Japones


3 - Casa da Cultura Japonesa na USP (Universidade de Sao Paulo)

Para conhecer a Casa de Cultura Japonesa assista ao video abaixo ou clique no link Casa da Cultura Japonesa USP






Dia 30/08/14 Sábado das 10h as 12h Recepcao no Palacio dos Bandeirantes


12h das14h Festa de Boas vindas - Welcome Party
14 h Otchakai (apresentacao de Cerimonia do Cha) no Palacio dos Bandeirantes.

Dia 31/08/14 Domingo das 10h as 16h Exposicao de 10 Espacos dos diferentes paises de Cerimonia do Cha: Brasil, Japao, Estados Unidos, Argentina, Mexico, Peru.



Agencia de Turismo no Brasil http://www.quicklytravel.com.br/
Agencia de Turismo no Japao http://www.jtbcorp.jp/en/


Maiores informacoes envie email para iumi@hotmail.com
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