Livro Chado Introdução ao Caminho da Cerimonia do Cha, traducao do livro Gakko Chado, Shokyu hen ou Escola de Chado, Nivel Basico.
Recomendo a todos que pretendam saber mais sobre a Cerimonia do Cha ou que querem iniciar na pratica, pois explica como se portar, como tomar o cha e os primeiros otemaes.
Publicado pelo Centro de Chado Urasenke do Brasil, em 6 capitulos, fala sobre:
1 Espirito do Chado
O Chado e os Ensinamentos Zen
A Estetica do Chado
Os quatro principios: Wa, Kei, Sei, Jaku - Harmonia, Respeito, Pureza, Tranquilidade
As Sete Regras de Rikkyu
Historias sobre Sen Rikkyu
Doze Meses e Vinte e Quatro Pontos
2 Cha
Origem do Habito de Tomar Cha
O Significado de Beber Cha na China
A Expansao do Cha no Mundo
As Duas Guerras Causadas pelo Cha
Tipos de Cha
O Cha Verde e a Saude
3 Origem da formacao do Chado
A Introducao do Cha
A Expansao do Cha
O Inicio do Chado
O Estabelecimento do Chado
O Estabelecimento da Familia Sen e o Chado a partir de entao
4 Conhecimentos Basicos de Chado
Sala de Cha (chashitsu)
Jardim do Cha (roji)
Arranjo Floral para o Cha (Chabana)
Os doces Servidos na Sala de Cha
Os Utensilios de Cha
Utensilios da Alcova (Tokonoma)
Utensilios para o preparo do Cha (Temae)
Outros utensilios de Cha
5 Etiqueta no Chashitsu (sala de cha)
Posturas e Movimentos
A Etiqueta para os Convidados
6 Pratica - com fotos, explica simplificadamente como fazer e participar de Tres tipos de Cerimonia do Cha
Introducao a Pratica (warigeiko)
Cerimonia de Cha Simplificada com a Bandeja (Bonryaku Temae)
Cerimonia do Cha Fraco no Furo (Furo Usucha Temae)
Cerimonia do Cha com Mesas e Banquinhos (Shunjidana no Temae)
Livros a venda por email iumi@hotmail.com ou por telefone 11 - 5571 -3117
A palavra Do significa Caminho e é uma palavra composta de 2 radicais, dentre eles o kubi, que significa pescoço, ou seja, percorrer o caminho significa “arriscar o pescoço” ou dedicar a vida e seguir adiante. Lao-tsé considerava o Dô como a origem do universo. O livro define cada um das 7 caminhos ou artes com histórico e suas correntes no Brasil e no Japão.
O caminho em chines seria o Tao. Em japones, Do. Em portugues podemos usar o termo curso. O curso eh um processo de aprendizagem e de transformacao da pessoa.
Para isso pratica-se os Otemae (procedimentos) e utiliza-se alguns utensilios.
Natsume
O Natsume eh um recipiente que se coloca cha verde em po, usado na cerimonia do cha fraco. Sua denominacao se origina na semelhanca de seu formato com o fruto da Tamareira (em japones, natsume).
O Natsume de tamanho medio foi criado por Rikkyu (Rikkyu gata chunastume). Em laca preta, combina perfeitamente com qualquer outro utensilio, sem perder a elegancia.
Dô - A Essência da Cultura Japonesa
O Livro Do A Essencia da Cultura Japonesa
aborda 7 artes da Cultura
Japonesa:
Chado – Cerimonia do Chá,
Kado – Ikebana,
Shodo – Caligrafia,
Nô – Teatro Nô,
Kodo – Fragrância,
Uta no Michi – Poesia
Budo – Artes
marciais.
Papel Couche
Bilíngue Japonês e Português. Ricamente ilustrado. (4 cores)
Autor: Centro de Chado Urasenke do Brasil (diversos)
Páginas: 125
Tel: (11) 5571-3117
Capa dura
Boa noite = Konnichiwa (vamos nos cumprimentar? Digam Konnichiwa e curve-se para demonstrar respeito)
Meu nome é Iumi Takeda e sou praticante da Cerimonia do Cha há mais de 30 anos. Fui treinada pela minha avó para a 5a Feira Industrial do Japao no Palacio das Convencoes do Anhembi em 1973, o que é uma coincidencia feliz pois deve-se começar a aprender a Cerimonia do Cha com 6 anos, 6 meses e 6 dias.
Chanoyu quer dizer água quente para o chá
Chado quer dizer caminho do chá. Dô é um ideograma composto por 2 radicais: um deles é pescoço pois quando se adentra o caminho do chá, estamos arriscando o nosso pescoço.
Origem do Chá
A China eh o berco do chá.
Ate hoje é o único pais do mundo que produz e fabrica todas as "cores" de cha, que calcula-se, giram em torno de 10 mil. Se tomarmos um cha diferente por dia nao vamos conseguir experimentar todos os tipos
Conta a lenda que um imperador chines aqueceu agua para tomar, mas adormeceu sob uma arvore. Uma brisa soprou e algumas folhas cairam na tigela com agua quente. Quando acordou, tomou a agua com as folhas e estava descoberto o cha em infusao.
O nome cientifico do cha eh Camellia sinensis. A Camelia sinensis é um arbusto sempre verde, cujas folhas se nao sao logo secas depois de colhidas comecam a oxidar. Este processo lembra a maltizacao da cevada, as folhas ficam progressivamente escuras, assim que a clorofila se quebra.
O cha eh classificado em 4 grupos principais, baseados em seu grau de oxidadacao:
- Cha Branco - folhas jovens que nao sofreram processo de oxidacao.
- Cha Verde - a oxidacao eh parada pela aplicacao de calor
- Oolong - a oxidacao eh parada entre o cha verde e o cha preto
- Cha Preto - depende da regiao tem nomes como Daarjeling, Assam, Ceilao, Nilgiri
O Chá que bebemos na Cerimônia do Chá é o Chá Verde colhido dos Brotos da folha da Camellia sinensis.
Como preparar o cha
Os bules de cha sao pequenos para que se coloque apenas a quantidade de agua que se vai tomar.
Aquece-se a agua quente ateh formar pequenas bolhas no fundo e nas laterais da chaleira.
Coloca-se a agua quente nas xicaras de cha para aquece-las e devolve-se a agua para a chaleira, o que já diminui a temperatura do chá;
O ideal eh nao utilizar cha em sache, mas sim em folhas, que devem ser colocadas em infusor.
Coloca-se o infusor 2 a 5 minutos, seguindo as instrucoes do cha escolhido.
No Japao, a chaleira com as folhas de cha sao utilizadas ao longo do dia. Nao se deve deixar com agua para que nao esfrie e fique amargo.
Cerimonia do Chá ou Chanoyu
A Cerimônia do Chá valoriza o momento presente: o passado já foi e o futuro ninguém sabe. Em portugues, a palavra presente tem 2 significados:
Agora
E
Ser uma dádiva estarmos aqui juntos para compartilhar um momento, um encontro, uma tigela de chá.
Sen no Rikkyu é o fundador de nossa escola e iniciou em 1570, quase a idade do Brasil e envolve 4 princípios: Harmonia, Pureza, Respeito e Tranquilidade.
Harmonia entre o Convidado e o Anfitriao
Pureza - purificar os utensilios
Respeito
Tranquilidade.
A Cerimônia do Chá engloba várias artes japonesas: a Arquitetura, a Cerâmica, a Culinária, a Caligrafia, o Vestuário, o Arranjo de Flores, entre outras.
A Arquitetura pode ser observada na porta para entrarmos a sala de chá que deve ter 60 cm de altura para que qualquer pessoa precise abaixar a cabeça para entrar.
A Cerâmica - as xícaras de chá japonesas não tem asa porque ao contrário
do senso comum, a mão é mais sensível que a boca. Se você não consegue
segurar, não vai conseguir tomar.
A Culinária pois a Cerimônia de Chá completa dura 4 horas quando primeiro é servida uma pequena refeição chamada Kaiseki, onde Kai = quente e Seki = Pedra, pois quando os monges estavam meditando nao tinham tempo de comer e pegavam uma pedra quente próximo ao estômago e esse calor "saciava" a fome.
O Vestuário - utiliza-se o kimono. Quando a mulher é solteira usamos um kimono de mangas longas e cores vivas. Após o casamento o kimono tem mangas curtas e cores mais sóbrias. A parte de trás da manga é aberta para ser usada como "bolso". Não se valoriza o decote e sim a nuca.
O Arranjo de flores como estão na natureza. Não se deve entregar um buque de flores pois não é assim q elas estão na natureza.
Como o chá é amargo, antes de tomar, comemos um doce para contrabalançar o amargo. O doce deve estimular os 5 sentidos: Visao, Olfato, Paladar, Tato, podemos entender, mas e a Audição? A audição é o nome do doce.
"O que, precisamente, são as mais importantes coisas que precisam ser entendidas numa cerimônia de chá?" Esta pergunta foi feita a Sen Rikyu por um discípulo.
Sua resposta: "Prepare uma deliciosa tigela de chá; disponha o carvão de modo a aquecer a água; arranje as flores tal como elas estão no campo; no verão surgira frescor, no inverno calor; prepare tudo com antecedência; prepare-se para uma eventual chuva; e dê àqueles com quem se encontrar toda consideração."
O discípulo, um tanto desapontado com essa resposta, onde não encontrou nada de importância tão grande que pudesse supor ser um segredo da prática do chá, disse: "Isso tudo eu já sabia..." Rikyu respondeu: "Então, se você pode conduzir uma cerimônia do chá sem desviar-se de nenhuma das regras que eu acabei de expor, eu me tornarei seu discípulo."
Entender as Sete Regras de Rikkyu é fundamental para realizarmos uma cerimonia do cha:
1 -"Prepare uma deliciosa tigela de chá" = Chawa fukuno yoki yohi tate
2-"Disponha o carvão de modo a aquecer a água" = Sumiwa yuno waku yoni oki
3-"Arranje as flores tal como elas estão no campo"= Hanawa noni aruyoni
O Iemoto (Grão Mestre) tem variados utensílios de chá que são produzidos de acordo com seus preferências por famílias artesãs (shokunin). Estas 10 famílias artesãs são chamadas de Senke Jusshoku, e produzem as peças através de gerações.
Mas existem diversas escolas de Cerimonia do Cha. Após Toyotami Hideyoshi ordernar Sen no Rikkyu a cometar suicídio, sua familia caiu em desgraca e teve que se esconder e seu filho direto nao teve filhos. Mais tarde, sua filha teve um filho Sen Sotan, que continuou o desenvolvimento da arte da cerimonia do Cha. Ele herdou o terreno e dividiu-o entre seus filhos que fundaram as Tres-Senke: Omotesenke, Urasenke e Mushanokojisenke. A que mais se divulgou pelo mundo foi a Urasenke.
San-Senke
There are three historical households (家) directly descended from the 16th-century tea master Sen no Rikyū
which are dedicated to transmitting the Way of Tea that was developed
by their mutual family founder, Sen no Rikyū. They are known
collectively as the san-Senke (三千家), or "three Sen houses/families." These are the Omotesenke, Urasenke, and Mushakōjisenke. Another line, which was located in Sakai and therefore called the Sakaisenke (堺千家), was the original Senke (Sen house). Rikyū's natural son, Sen Dōan,
took over as head of the Sakaisenke after his father's death, but the
Sakaisenke soon disappeared because Dōan had no offspring or successor.
The school named Edosenke (江戸千家; lit., Edo Sen house/family) is not
descended by blood from the Sen family; its founder, Kawakami Fuhaku
(1716–1807), became a tea master under the 7th generation head of the
Omotesenke line, and eventually set up a tea house in Edo (Tokyo), where
he devoted himself to developing the Omotesenke style of the Way of Tea
in Edo.
The san-Senke arose from the fact that three of the four sons of Genpaku Sōtan (Sen no Rikyū's grandson) inherited or built a tea house, and assumed the duty of passing forward the tea ideals and tea methodology of their great-grandfather, Sen no Rikyū. Kōshin Sōsa inherited Fushin-an (不審菴) and became the head (iemoto) of the Omotesenke line; Sensō Sōshitsu inherited Konnichi-an (今日庵) and became iemoto of the Urasenke line; and Ichiō Sōshu built Kankyū-an (官休庵) and became iemoto
of the Mushakōjisenke line. The names of these three family lines came
about from the locations of their estates, as symbolized by their tea
houses: the family in the front (omote), the family in the rear (ura),
and the family on Mushakōji Street.
The Way of Tea perfected by Sen no Rikyū and furthered by Sen Sōtan is known as wabi-cha. The san-Senke have historically championed this manner of tea.
Other schools
The three lines of the Sen family which count their founder as Sen no
Rikyū are simply known as the Omotesenke, Urasenke, and Mushakōjisenke.
Schools that developed as branches or sub-schools of the san-Senke, or
separately from them, are known as "~ryū" (from ryūha),
which may be translated as "school" or "style." New schools often formed
when factions split an existing school after several generations. There
are many of these schools, most of them quite small.
san-Senke
There are three historical households (家) directly descended from the 16th-century tea master Sen no Rikyū
which are dedicated to transmitting the Way of Tea that was developed
by their mutual family founder, Sen no Rikyū. They are known
collectively as the san-Senke (三千家), or "three Sen houses/families." These are the Omotesenke, Urasenke, and Mushakōjisenke. Another line, which was located in Sakai and therefore called the Sakaisenke (堺千家), was the original Senke (Sen house). Rikyū's natural son, Sen Dōan,
took over as head of the Sakaisenke after his father's death, but the
Sakaisenke soon disappeared because Dōan had no offspring or successor.
The school named Edosenke (江戸千家; lit., Edo Sen house/family) is not
descended by blood from the Sen family; its founder, Kawakami Fuhaku
(1716–1807), became a tea master under the 7th generation head of the
Omotesenke line, and eventually set up a tea house in Edo (Tokyo), where
he devoted himself to developing the Omotesenke style of the Way of Tea
in Edo.
The san-Senke arose from the fact that three of the four sons of Genpaku Sōtan (Sen no Rikyū's grandson) inherited or built a tea house, and assumed the duty of passing forward the tea ideals and tea methodology of their great-grandfather, Sen no Rikyū. Kōshin Sōsa inherited Fushin-an (不審菴) and became the head (iemoto) of the Omotesenke line; Sensō Sōshitsu inherited Konnichi-an (今日庵) and became iemoto of the Urasenke line; and Ichiō Sōshu built Kankyū-an (官休庵) and became iemoto
of the Mushakōjisenke line. The names of these three family lines came
about from the locations of their estates, as symbolized by their tea
houses: the family in the front (omote), the family in the rear (ura),
and the family on Mushakōji Street.
The Way of Tea perfected by Sen no Rikyū and furthered by Sen Sōtan is known as wabi-cha. The san-Senke have historically championed this manner of tea.
Other schools
The three lines of the Sen family which count their founder as Sen no
Rikyū are simply known as the Omotesenke, Urasenke, and Mushakōjisenke.
Schools that developed as branches or sub-schools of the san-Senke, or
separately from them, are known as "~ryū" (from ryūha),
which may be translated as "school" or "style." New schools often formed
when factions split an existing school after several generations. There
are many of these schools, most of them quite small.
Chinshin-ryū 鎮信流 (founder: Matsura Chinshin {1622-1703], who was
magistrate of Hizen Hirado, present-day Hirado in Nagasaki Prefecture).
The school takes after the "warrior-house style of tea" (buke-cha) that was promoted by the daimyō Katagiri Sekishū. The school is also known as the Sekishū-ryū Chinshin-ha (Chinshin branch of the Sekishū school).
Fujibayashi-ryū 藤林流 (a.k.a. Sekishū-ryū Sōgen-ha; see Sekishū-ryū below)
Fuhaku-ryū 不白流 (founder: Kawakami Fuhaku). This school, also called
the Omotesenke Fuhaku-ryū, evolved after the death of Kawakami Fuhaku,
when this faction split from the Edosenke school that he had founded.[1]
Hayami-ryū 速水流 (founder: Hayami Sōtatsu [1727-1809], who learned tea
under the 8th Urasenke iemoto, Yūgensai, and was allowed by him to
found a school of his own in Okayama)[2]
Higo-koryū 肥後古流[3]
(The word Higo refers to present-day Kumamoto Prefecture; koryū
literally means "old school"). This is one of the schools of tea
traditionally followed by members of the old Higo domain, and is
considered to be faithful to Sen Rikyū's tea style; that is, it is tea
of the "old school." The school has been led by three families, and
therefore is divided into the following three branches:
Furuichi-ryū 古市流
Kobori-ryū 小堀流
Kayano-ryū 萱野流
Hisada-ryū 久田流
Hosokawasansai-ryū 細川三斎流
Horinouchi-ryū 堀内流
Kobori Enshū-ryū 小堀遠州流 (founder: Kobori Masakazu [Kobori Enshū]
(1579-1647)) and passed down through Enshū's brother Kobori Masayuki
(1583-1615). Grand Master XVI, Kobori Soen currently runs the school.)[4]
Kogetsuenshū-ryū 壺月遠州流
Matsuo-ryū 松尾流 (founder: Matsuo Sōji [1677-1752], great grandson of a close disciple of Sen Sōtan
who had the same name, Matsuo Sōji). The founder of the Matsuo school
hailed from Kyoto and learned tea under the 6th Omotesenke iemoto,
Kakukakusai. He later settled in Nagoya, where the Matsuo school is
centered. A number of the successive Matsuo-ryū iemoto in history have
apprenticed under the 'reigning' Omotesenke iemoto.[5]
Mitani-ryū 三谷流
Miyabi-ryū 雅流
Nara-ryū 奈良流
Oie-ryū 御家流 (founder: the feudal lord Andō Nobutomo [1671-1732]).
The school traces its roots to Sen Rikyū, and from Rikyū as follows: Hosokawa Sansai, Ichio Iori, Yonekitsu Michikata (1646-1729), and then Andō Nobutomo. In the Edo period,
the Tokugawa shōgun allowed the Andō family the right to conduct
official celebratory ceremonies, and the family was known as etiquette
authorities.[6]
Oribe-ryū 織部流 (founder: Furuta Shigenari
[a.k.a. Furuta Oribe]). According to the Japanese tea historian Tsutsui
Hiroichi, after the death of Sen no Rikyū, his chadō follower Furuta
Oribe succeeded him as the most influential tea master in the land.
Oribe was chadō officer for the second Tokugawa shogun, Tokugawa Hidetada, and had a number of notable chadō disciples, foremost of whom was Kobori Enshū. For political reasons, Oribe was ordered to commit seppuku
(ritual suicide), and consequently his family did not become an
official tea-teaching family. Through the succeeding generations, the
family head held the position of karō (intendant) to the daimyō headquartered at Oka Castle in present-day Oita Prefecture, Kyūshū. With the Meiji Restoration
in the late 19th century, and the family's consequent loss of its
hereditary position, the 14th-generation family head, Furuta Sōkan, went
to the new capital, Tokyo, to attempt to reestablish the Oribe school
of tea. Today, Kyūshū and especially Oita have the highest concentration
of followers of this school.[7]
Rikyū-ryū 利休流
Sakai-ryū 堺流
Sekishū-ryū 石州流 The school developed by the daimyō Katagiri Sadamasa (a.k.a. Katagiri Sekishū) (1605–73), nephew of Katagiri Katsumoto and second-generation lord of the Koizumi Domain. Sekishū was chanoyu teacher to the fourth Tokugawa shōgun, Tokugawa Ietsuna,
and his chanoyu style therefore became popular among the feudal ruling
class of Japan at the time. The Sekishū-ryū school of chanoyu was passed
forward by his direct descendants, and also through his talented
chanoyu followers who became known as the founders of branches (派,
"-ha") of the Sekishū school.[8]
Sekishū-ryū Chinshin-ha 石州流鎮信派 (see Chinshin-ryū above)
Sekishū-ryū Ikei-ha 石州流怡渓派 (founder: the Rinzai Zen sect priest Ikei
Sōetsu [1644-1714], founder of the Kōgen'in sub-temple at Tōkaiji
temple in Tokyo). He studied chanoyu under Katagiri Sekishū. His chanoyu
pupil, Isa Kōtaku (1684–1745), whose family was in charge of the
Tokugawa government's tea houses, founded the Sekishū-ryū Isa-ha 石州流伊佐派.
Furthermore, the Ikei-ha chanoyu style that spread among people in
Tokyo was referred to as Edo Ikei, and that which spread among people in
the Echigo (present-day Niigata Prefecture) region was referred to as
Echigo Ikei.[10]
Sekishū-ryū Ōguchi-ha 石州流大口派
Sekishū-ryū Shimizu-ha 石州流清水派
Sekishū-ryū Sōgen-ha 石州流宗源派 (founder: Fujibayashi Sōgen 藤林宗源 [1606-95], chief retainer of the daimyō Katagiri Sekishū).[11]
Sekishū-ryū Nomura-ha 石州流野村派
Sōhen-ryū 宗偏流 (founder: Yamada Sōhen [1627-1708], one of the four close disciples of Sen Sōtan)
Desenvolvido pelo 13o iemoto, Ennosai, este temae, tambem chamado Ryakubon,
emprega os movimentos aprendidos no warigeiko para preparar o cha fraco (usucha). A bandeja "caminho da montanha" eh utilizada para carregar os utensilios e preparar o cha.
1. Bonryaku Temae tray/abbreviated/procedure for preparing tea before a guest
Devised by the 13th iemoto, Ennosai, this temae, also called Ryakubon,
employs the kata learned in warigeiko to prepare thin tea (usucha). The
"mountain path" (yamamichi) tray is used to hold utensils and prepare
tea.
2. Usucha Hirademae procedimento inicial para cha fraco
Este procedimento prepara tigelas de cha individuais usando o natsume, o mizusashi, a chaleira (kama), a concha (hishaku),
and o apoio da concha (futaoki), entre outros.
Este temae eh realizado ou carregando todos os utensilios sendo o hakobi temae ou com os utensilios em uma estante, o tana temae.
2. Usucha Hirademae thin tea/basic/tea procedure
The procedure of preparing individual whisked bowls of powdered thin tea
using a cold-water jar (mizusashi), a kettle (kama), a ladle (hishaku),
and a lid rest (futaoki), in addition to the basic utensils.
This temae
is performed either by carrying in all the utensils, referred to as a
hakobi temae, or by placing some of the utensils on a shelf, a tana
temae.
Este procedimento para preparar uma tigela de cha forte que eh compartilhada entre os convidados de eh o ponto alto de uma cerimonia de cha completa (chaji). O cha eh preparado adicionando mais ou menos agua e tem uma consistencia aveludada. Pode ser preparado como hakobi ou tana temae
3. Koicha Hirademae thick tea/basic/tea procedure
The procedure for preparing a bowl of thick tea, which is shared among
the guests and is the highlight of a full-length tea gathering (chaji).
The tea is prepared by adding less water and kneading rather than
whisking it into a smooth, velvety consistency. It is performed as a
hakobi or tana temae.
The procedure of arranging unlit charcoal pieces around pilot pieces
(shitabi) during the first half of a full-length tea gathering (chaji).
This procedure is practiced as a hakobi or tana temae.
Livro Singularidades da Cultura Japonesa e trata de aspectos especificos da cultura japonesa. Dividido em 3 partes:
Parte 1- Singularidades da Cultura Japonesa
Simbolos
- Flor da Cerejeira
- O Espirito Yamato, antiga denominacao do Japao. Yamato é o nome do maior navio de guerra do mundo pertencente à antiga marinha japonesa. O espirito Yamato é a tradicao espiritual do povo japones que o leva a assumir a responsabilidade
- Nishikigoi - carpas, as joias q nadam
- O Idioma Japones e o Kototama
- Embalar - o ato de embrulhar. Furoshiki é um pano quadrado utilizado no Japao para embrulhar objetos. A origem desta palavra vem do costume de levar a toalha e a vestimenta envoltas num tecido para o banho público (furo = banho e shiki = estender).
Assimetria
- Japonês e a Comunicação
- Jardins
- Hana
- Assimetria
Simplicidade
- Culto da Madeira Natural
- Tendência à Minimização
- Cultura Alimentar
Dias 06 (sábado) e 07 (domingo) de setembro de 2008 das 10h às 17h na Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa, na Rua São Joaquim 381 Liberdade, São Paulo foi realizada uma Exposição sobre a Cerimônia do Chá e o Ikebana.
Nesta ocasiao em comemoracao aos 100 anos de imigracao japonesa foi publicado o livro Singularidades da Cultura Japonesa, edicao bilingue, sobre diversas particularidades da Cultura Japonesa, de autoria de expoentes da Comunidade Nipo-brasileira e capa do artista Plastico Wakabayashi.
Edicao Bilingue: Portugues e Japones
Formato Capa dura
100 paginas
O livro pode ser adquirido atraves do tel 11-5571-3117. #Cerimoniadocha #Chado #ikebana #Caminhodocha #Livrocerimoniadocha
Chado Urasenke – cerimônia do chá (foto: divulgação)
No próximo mês se iniciam as atividades pelos 105 anos de imigração
japonesa no Brasil (comemorados no dia 18 de junho). O evento Nihon no
Bi – Beleza do Japão, que acontece nos dias 17 a 19 de maio, abre a
programação e traz ao público exposições, música e arte, além do
lançamento de um livro. A entrada é franca.
O hall do Grande Auditório do Bunkyo recebe a exposição dos
professores da Associação de Ikebana do Brasil, num total de 100
arranjos de todas as 13 escolas de ikebana associadas. Além da
exposição, os professores também promovem workshops fazendo uma breve
introdução e demonstração dos princípios básicos da ikebana, visando
estimular a prática dessa arte entre os visitantes.
No Salão Nobre, o Centro de Chadô Urasenke do Brasil promove várias
sessões de demonstração da cerimônia do chá num cenário especialmente
montado para a ocasião. Também, os professores da Associação Brasileira
de Música Clássica Japonesa se apresentam com uma audição de koto,
shamisen e shakuhachi.
O espaço ainda conta com a participação dos artistas das Comissões de
Arte Craft e Artes Plásticas do Bunkyo, bem como seus convidados, numa
exposição coletiva.
A cerimônia de abertura do evento acontece no dia 17 de maio, às 19h,
quando também será realizado o lançamento do livro “Hana – Flor – A
flor na natureza e cultura do Japão”, em português, publicado pelo
Centro de Chadô Urasenke do Brasil.
Um livro dedicado à flor na cultura do Japão
Por Celia Abe Oi
Na
abertura do livro, a imagem do pergaminho com a palavra HAKUEI-AN, sala
de chá FLORESCER DO BRASIL, denominação da sede da Urasenke no Brasil
concedida pelo XIV grão-mestre Tantansai (autor da caligrafia)
Um recorte da tradição japonesa expressa por meio das flores – esta
foi a proposta do Centro de Chado Urassenke do Brasil ao editar o livro:
Hana – Flor – A flor na natureza e cultura do Japão. Seu lançamento
será no próximo dia 17 de maio, na abertura da exposição Nihon no Bi –
Beleza do Japão, no Hall de Entrada do Bunkyo.
“Arranje as flores tal como elas estão no campo”, é uma das sete
regras apontadas pelo grão-mestre Rikyu ao se reportar aos ensinamentos
básicos da cerimônia do chá. Ele se referia à essência do Chabana, o tipo tradicional de arranjo usado durante o ritual do chá, em que se valoriza a singeleza de uma flor.
Capa do livro (foto: divulgação)
Assim, adotando a flor como tema principal, o livro extrapola o
universo da cerimônia do chá para enfocar a Ikebana e suas formas de
vivificação e as técnicas básicas. Além disso, no terceiro capítulo,
traz o “Calendário Oriental e as Flores”, reunindo, em português,
informações inéditas sobre as flores no calendário da cultura japonesa.
O livro Hana – Flor, em português, inteiramente em cores, com 200
páginas, é uma publicação comemorativa ao ano do Jubileu de Vinho* (70
anos) da Urasenke na América Latina. Ele estará à venda no dia do
lançamento e durante o Nihon no Bi, na exposição de Ikebana.
Fonte: Bunkyo
SERVIÇO
Nihon no Bi – Beleza do Japão (Entrada Franca) Abertura: dia 17, às 19h, com lançamento do livro “Hana – Flor – A flor na natureza e cultura do Japão”
Data/hora: 18 e 19 de maio, sábado e domingo, das 10h às 18h
Local: Hall do Grande Auditório e Salão Nobre do Bunkyo
Rua São Joaquim, 381 – Liberdade – São Paulo – SP
Informações: (11) 3208-1755
Realização: Bunkyo – Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa e de Assistência Social
Apoio
Fundação Kunito Miyasaka
Associação de Ikebana do Brasil
Centro de Chadô Urasenke do Brasil
Associação Brasileira de Música Clássica Japonesa
Comissão de Artes Plásticas e Comissão de Arte Craft do Bunkyo #Cerimoniadocha #Chado #ikebana #Caminhodocha #Livrocerimoniadocha
Kama (caldira)
Caldeira, feita principalmente de ferro fundido, usada para esquentar água. O kama menor é utilizado no Furo (braseiro externo) da Primavera ao Outono. O kama maior é utilizado no Ro (braseiro embutido no tatami), para o inverno.
Mizusashi (jarra de agua)
Jarro para água fresca usado na cerimonia do cha.
Chawan (taça)
Tigela de cerâmica para tomar matcha. As tigelas sao classificadas por regioes, nas quais foram produzidas e por artesões que as criaram
Chasen (batedor de bambu)
Batedor de bambu paramisturar o matcha com a água quente até formar espuma.
Chachaku (colher de cha)
Colher
para retirar o matcha, geralmente feita de bambu. É o objeto que nos
sugere o caráter da pessoa que o confeccionou e é usado com o nome
poético (mei) que lhe foi atribuído.
Natsume (recipiente para o cha fraco)
O Natsume tem a forma de tamara (fruta)
Chaire (recipiente para o cha forte)
Futaoki
Descanso para a tampa do kama e para a concha do hishaku
Kensui
Recipiente para entornar a água usada durante o temae
Hishaku (concha)
Concha de bambu usada pra retirar água do kama ou do mizusashi.
Chasen (batedor de bambu)
Batedor de bambu paramisturar o matcha com a água quente até formar espuma.
Fukusa
Pano para purificar o Natsume e o Chachaku . Feito de tecido para homens roxo e vermelho para mulheres.
Kobukusa
Para usar quando servir o chá para colocar o chawan.
Sumitori
Recipiente para colocar o carvão.
Contem carvão vegetal, incenso e outros elementos.